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Sem reação

Juíza do Tribunal Regional do Trabalho é baleada em São Paulo

A juíza Sônia Aparecida Gindro, do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, foi baleada durante um assalto na noite de domingo (20/8). Ela foi rendida por dois bandidos armados quando chegava em casa, no bairro do Tatuapé, em São Paulo. As informações são da Agência Globo.

De acordo com a Polícia, a juíza estava estacionando o carro quando os assaltantes chegaram. Ela entregou a bolsa e as chaves do carro e não teria reagido. Mesmo assim foi baleada.

Sônia levou um tiro na virilha e foi submetida a uma cirurgia. Ela foi operada no hospital municipal do Tatuapé. Depois da cirurgia, foi transferida para o Hospital Paulistano, na Bela Vista, e passa bem.

O caso foi registrado no 52º Distrito Policial. A hipótese de atentado foi descartada.

Revista Consultor Jurídico, 21 de agosto de 2006, 18h30

Comentários de leitores

1 comentário

Fico a pensar: será que se a juíza - que tem po...

Kurt Cobain (Estudante de Direito)

Fico a pensar: será que se a juíza - que tem porte de arma - reagisse atirando contra os "malas", não teríamos, neste caso, bandidos hospitalizados e não uma juíza? p.s. Claro que só funcionaria se a juíza estivesse atenta. Caso contrário, o fato de ela portar a arma só agravaria a situação. Aliás, quando o assunto é porte de armas já tenho minha opinião formada: só trará alguma vantagem se o portador "andar" sempre atento E BEM ATENTO!

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