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Brigas trabalhistas

Seminários discutem assédio moral e ações contra bancos

Assédio moral no trabalho e ações trabalhistas no setor bancário são temas de dois seminários que acontecem no fim de agosto, em São Paulo. Os debates, organizados pela Internews, serão nos dias 24 e 25.

O primeiro será “Assédio Moral Trabalhista: Como prevenir e defender-se de ações judiciais”. Segundo levantamento da Organização Internacional do Trabalho, a violência moral no serviço é um fenômeno mundial e provoca danos à saúde física e mental. O tema é polêmico e já gerou condenações de empresas na Justiça. Especialistas debaterão o assunto no seminário, no dia 24 (veja a programação no final do texto).

No dia 25, acontece o seminário “Os bancos diante das ações trabalhistas”. Em 2005, os processos movidos contra as empresas por funcionários demitidos superaram 2,2 milhões. O setor bancário é o mais afetado.

Durante o evento, a diretoria de Recursos Humanos do banco Itaú vai mostrar como está prevenindo situações que podem originar uma ação judicial trabalhista. A diretoria nacional do jurídico contencioso da Caixa Econômica Federal também participará do evento e mostrará como conseguiu reduzir o seu passivo trabalhista (Veja a programação completa no fim da notícia).

Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: 0800-177 707, (11) 3751-3430 ou pelo fax (11) 3751-3468. Ou pelo e-mail: atendimento@internews.jor.br.

Veja a programação

24 de agosto

“Assédio Moral Trabalhista: Como prevenir e defender-se de ações judiciais”

08h30 Distribuição de credenciais

09h Assédio moral: guerra por espaço profissional ou conflito de condutas?

Conceituação de assédio moral

Um fenômeno antigo e mundial

Os riscos à saúde física e mental

Elizabeth Zamerul

Médica psiquiatra formada pela USP, consultora organizacional, especialista em coaching de executivos com Certificação Internacional pelo International Coaching Institute, escritora

09h45 Debates

10h Coffee Break

10h20 Repercussões jurídicas

Conceituação legal e tipos característicos

Quem é o assediador? Quem é a vítima?

Quem responde juridicamente: a empresa ou o agente?

Como prevenir distinguindo entre atuação pedagógica e abuso de poder?

Casos — jurisprudência / valor das indenizações

Maria de Fátima Zanetti Barbosa e Santos

Juíza do Trabalho aposentada do TRT de São Paulo, mestranda pela PUC São Paulo, Professora convidada do Instituto dos Advogados de São Paulo, Professora do curso de pós-graduação da FACCAMP, sócia consultora do Escritório Granadeiro Guimarães Advogados

11h05 Debates

11h20 Quando o Ministério Público do Trabalho entra em cena

A fundamentação legal para a atuação do MPT

Como é a investigação da denúncia

O desafio do órgão para a redução de ocorrências

Adelia Augusto Domingues

Procuradora do Trabalho do MPT da 2ª Região, em São Paulo

12h05 Debates

12h20 Almoço

14h As desordens psicológicas

Sentimento de inferioridade, baixa auto-estima, depressão de funcionário e a ocorrência de assédio moral na empresa

Dicas de como identificar e como reverter o quadro

Daniel Kupermann — Psicanalista, professor e pesquisador (CNPq) do Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense

14h45 Debates

14h55 Gestão de pessoas

O que as empresas perdem com o assédio?

Medidas efetivas para evitar o assédio moral na empresa — Integrando o departamento de RH, diretoria e gerentes.

A formação e a promoção da liderança na empresa

Comprometa as pessoas com o PLR (Participação nos Lucros e Resultados)

Élio Jovart Bueno de Camargo — Consultor organizacional e RH, criador do método GRP (Gestão de Relacionamento de Parcerias), formado em Ciências Sociais pela USP e pós-graduado em Administração pela FGV

15h40 Debates

15h55 Coffee Break

16h15 A empresa no banco dos réus

Quem responde pelo "agressor" é a empresa

Como agir diante de um processo judicial de assédio moral?

Paulo Sérgio de Moura Franco — Advogado sócio e fundador do escritório Franco, Kelly, Mattei & Advogados Associados

17h Debates

17h15 Case: A experiência do Metrô para prevenir assédio moral

Conceito, tipos e cuidados a serem adotados

Preparação das lideranças da empresa para lidar com o assunto

Fábio Nascimento — Gerente de Recursos Humanos do Metrô, advogado, com vários cursos na área de Gestão de Pessoas. Atua há 25 anos em empresas públicas e privadas, em RH e em Negociações Coletivas.

18h00 Debates

18h15 Encerramento

Local: Mercure Paulista Hotel (Rua São Carlos do Pinhal, 87 São Paulo — SP)

Preço

R$ 1.480,00 para inscrições pagas até o dia 17 de agosto de 2006

R$ 1.660,00 para inscrições pagas após o dia 17 de agosto de 2006

*Os pagamentos podem ser feitos por depósito bancário ou por cartão de crédito

25 de agosto

“Os bancos diante das ações trabalhistas”

08h30 Credenciamento

09h A visão da Febraban sobre reclamações trabalhistas

Domingos Spina — Coordenador da Comissão Jurídico Trabalhista da Febraban

10h Coffee break

10h20 Outsourcing / Provisionamento de Recursos X Ações Trabalhistas

Como evitar reclamações trabalhistas nos serviços terceirizados?

Orientações sobre a questão do provisionamento de recursos

Camila Jimene — Advogada Trabalhista Opice Blum

11h20 As Reclamações Trabalhistas contra Instituições Financeiras

Sérgio Pinto Martins — Juiz do Tribunal Regional do Trabalho. Prof. Titular de Direito do Trabalho da USP, Mestre em Direito Tributário, Doutor e Livre-Docente em Direito do Trabalho

12h20 Almoço

14h00 Caso CAIXA: O que foi feito para reduzir os processos trabalhistas

Jailton Zanon da Silveira — Gerente Nacional do Jurídico Contencioso da Caixa

15h10 Gestão das Relações Trabalhistas no Itaú

Fernando Tadeu Perez — Diretor Executivo de Recursos Humanos do Banco Itaú

16h20 Coffee break

16h40 A Visão da Justiça do Trabalho sobre reclamações dos bancários

Atribuições sobre o ranking de ações trabalhistas

Ministro Vantuil Abdala — Ex-Presidente do Tribunal Superior do Trabalho

18h Encerramento

Local: Estanplaza Nações Unidas (Rua Guararápes, 1889, Brooklin Novo — São Paulo, SP)

Preço

R$ 1.480,00 para inscrições pagas até o dia 17 de agosto de 2006

R$ 1.660,00 para inscrições pagas após o dia 17 de agosto de 2006

*Os pagamentos podem ser feitos por depósito bancário ou por cartão de crédito

Revista Consultor Jurídico, 11 de agosto de 2006, 18h27

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