Criminalidade não se resolve só com um chicote na mão

3/05/2006 08:16Caos (Consultor)Muito certo separar a policia do juiz. O castig...
Muito certo separar a policia do juiz. O castigo é coisa de estado policial. Mas o que importa mesmo é que o pessoa(cidadã) do juiz deve arbitrar e nunca julgar. Para isso, basta ao juiz cuidar de ser integro e entender Hegel como o filosofo da arbitragem. Não ligar tantos às razões de Kant e perceber que se levar a manutenção do livre arbitrio de Schopensauser muito a sério tornará o conceito de liberdade em prisão, tal como pedra que é o que já é. Vida é movimento harmonico. Mesmo que as vezes não percebamos a harmonia, ela sempre está presente. Estados policiais são assim contrarios a vida. Acho que não precisa lembrar dos exemplos tristes da história, não?
27/04/2006 12:54A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)Com todo o respeito aos que discordam, chicote ...
Com todo o respeito aos que discordam, chicote pode não resolver ; mas ajuda muito !!! acdinamarco@adv.oabsp.org.br
27/04/2006 10:51allmirante (Advogado Autônomo)Temos o Estado máximo. Pelas medidas provisória...
Temos o Estado máximo. Pelas medidas provisórias o rei faz o que quer. Inclusive retirar de circulação todas as notas de cem reais, trocando-as pelas de vinte. Juros mais caros do mundo, somado as mais altas taxas do mundo nada tem a ver com estado minimo. O rombo de 30% dio circulante levado às Caymann para calçar dólarestrouxe o desemprego, falencia, concordatas, divorcios inadimplencias psiquiatras, advogados e,m principalemnte a criminalidade. Hegel já era. Morreu com o fascismo e o comunismo. Sua dialética é um plágio de Platão, que visa embretar o povo e tomar-lhe o que pode. O conhecimento jamais é dialético, mas diversificado e complementar. Em vez da dialética, precisamos de somalética, onde a ética não se fratura. Para os que pensam ter cursos superiores, digo-lhes que tem cursos técnicos. Para o upgrade, mister a interdisciplinariedade.
27/04/2006 00:59J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)É isso mesmo. As reformas neste país não t~em e...
É isso mesmo. As reformas neste país não t~em efetividade exatamente porque são realizadas de cima para baixo, desprovidas de legitimidade, pois sem participação da sociedade civil. A sociedade civil enquanto não se reorganizar não teremos reformas efetivas. A questão da violência se confunde com pobreza, ignorância (educação) e desenvolvimento, que não é jurídica e sim política. No caso do Brasil, o Estado mínimo que a sociedade deseja é exatamente a intervenção onde ele é necessário, como: segurança; saúde; educação de base ou fundamental gratuita e incentivada, com apenas um turno; e infra-estrutura razoável. Mas, não é o que está ocorrendo. Não é concebível que em nome da miséria se mantenha tantas estatais, empresas públicas e órgãos públicos ineficientes e desnecessários. A concepção hegeliana seria, se possível fosse, a conciliação entre a liberdade e a igualdade, o que nos parece no atual estágio de civilização ainda é impraticável. Por enquanto, acredito que devemos ficar com a liberdade, ainda que em prejuízo da igualdade. Ela é o oxigênio de nossas vidas, enquanto a outra é o alimento. A primeira é imprescindível e não pode esperar.
26/04/2006 18:43Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Dijalma Lacerda - Presidente da OAB/Campinas/Co...
Dijalma Lacerda - Presidente da OAB/Campinas/Cosmópolis/Paulínia. Infelizmente, o que tem acontecido era após era, é que as pseudo-reformas, em nosso país, têm sido feitas de cima para baixo, sem participação EFETIVA das verdadeiras massas sociais. Aliás, tudo aqui é feito assim. Acabamos de sair de uma "reforma do judiciário" em que o povo, o verdadeiro povo, nada opinou; tudo veio das opiniões só de juízes, promotores, advogados, etc.etc. da área jurídica, enfim. Alguém perguntou para o povo que Justiça ele queria? Deu no que deu, a justiça continua lenta, de má qualidade, e os chamados juizados especiais - alguém já parou para pensar? - prestando um mau serviço na medida em que a participação de Advogados, lá, é exceção. Ora, o pobre lá comparece sozinho! Precisa falar mais? Os hoje grandes países tiveram reformas de base, verdadeiras, não só sociais como morais, ontológicas. Basta abrir a janela para o mundo e ver. Bem, nem todo sonho vira um dia realidade, mas também não é probido sonhar. Agora, se nós seguirmos o dizer de Dom Helder e sonharmos juntos, quem sabe um dia nossos sonhos poderão ser realidade ! Dijalma Lacerda .
26/04/2006 11:09olhovivo (Outros)A realidade nua e crua é que proliferam os cham...
A realidade nua e crua é que proliferam os chamados juízes "simpáticos" à turba. Basta ver os casos de recebimentos de denúncias ou medidas judiciais em que houve prejulgamentos jornalísticos: os casos Eduardo Jorge; os juízes Ivan Athie, Pizolante e Mazloum, para falar dos mais notórios. Embora tenham passado dois mil anos desde Pilatos, considerado muito simpático pela opinião pública na ocasião, parece difícil a alguns serem "antipáticos" a ponto de fazer cumprir a lei.

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