Joaquim Barbosa explica como será inquérito do mensalão

18/04/2006 19:10Lord Tupiniquim - http://lordtupiniquim.blogspot.com (Outro)Primeiro, lamenta-se que o CONJUR tenha amputad...
Primeiro, lamenta-se que o CONJUR tenha amputado a notícia em sua íntegra. O Ministro Joaquim Barbosa fez dura crítica ao "foro privilegiado". Infelizmente, parece-me que é o único, senão um dos únicos, integrante daquela corte que defende a abolição do inaceitável privilégio. Segundo, a perspectiva de que o stf puna alguém realmente é muito pequena. Seria simplesmente um fato histórico e não há aí qualquer exagero. Nunca se condenou ninguém em ação penal originária no stf.
18/04/2006 13:14Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Vamos ver se a pizzaria do Supremo é melhor que...
Vamos ver se a pizzaria do Supremo é melhor que a do Congresso. Com esse pizzaiolo...
18/04/2006 12:06Comentarista (Outros)O trabalho da CPMI foi a maior gastança de dinh...
O trabalho da CPMI foi a maior gastança de dinheiro público dos últimos anos com fins meramente eleitoreiros, pois somente quem sofre de excesso de ingenuidade pode acreditar que sequer um dos envolvidos no esquema será punido pela prática do natimorto "mensalão"... Pior que isso é ver pseudo-guardiões da moralidade pública se insurgirem indignados contra o mensalão, pois - antes desse escândalo - ninguém neste país (possuidor de uma inteligência até mesmo abaixo da média do cidadão brasileiro) chegou ao menos a duvidar da existência de tal esquema. No mais, resta esperarmos pelas próximas eleições, onde o povo certamente reelegerá o Lulinha (segundo todas as últimas sondagens eleitorais) e castigará - nas urnas - os parlamentares que tanto gargantearam nas CPMIs em prol da "moralidade pública". O povo, embora pareça, não é tão burro quanto pregam ou pensam e, ainda segundo última grande pesquisa popular a respeito, a maioria das pessoas considera que é normal "obter algum proveito próprio de algum cargo público que porventura exerça" (leia-se corrupção mesmo). Logo, concluímos que a classe política e as autoridades de nossa republiqueta das bananas não representam nada mais nada menos que o óbvio, ou seja, a imagem do próprio povo. Pensar que o povo é burro, ignorante e conivente com a corrupção e que os políticos e as autoridades são verdadeiros guardiões da moralidade e da ética é o mesmo que acreditar em papai-noel, mula-sem-cabeça, saci-pererê, etc. Finalmente, vale frisar que o maior equívoco que uma pessoa pode cometer é supor - ao menos hipotéticamente - que o nível de corrupção do executivo ou do legislativo tupiniquim é menor ou menos intenso que o do judiciário. Se os três poderes e suas "adjacências" são formados por brasileiros, o nível de corrupção entre eles não há que ter níveis e muito menos "privilégios". E o resto não passa de retórica e falsos discursos apelativos e repetitivos de sofistas, os quais, por uma questão de lógica, deveria ser de uso exclusivo dos leigos e das pessoas menos instruídas, mas infelizmente não o é. Essa é, data vênia, a minha opinião.
18/04/2006 09:33allmirante (Advogado Autônomo)Se as penas serão de acordo com a intensidade d...
Se as penas serão de acordo com a intensidade do dolo do agente, o julgamento à granel é impropício, além de confuso. Todavia, se recordarmos que o Poder Judiciário é expressão do Poder Executivo, nem precisa veredicto.
17/04/2006 23:24olhovivo (Outros)Se a denúncia contra uma pessoa leva em média 1...
Se a denúncia contra uma pessoa leva em média 1 ano para se concluir a instrução, dá para imaginar o quanto não levará um processo contra 40. Com mais de 300 testemunhas para serem ouvidas, precatória prá lá, precatória pra cá. Não teria sido melhor terem sido oferecidas várias denúncias, no STF para os de sua competência e outras nos respectivos juízos competentes e de preferência de forma desmembrada ?

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