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A velha história

Roberto Teixeira entra com nova ação contra O Estado de S. Paulo

Houve, por parte dos Réus, nesta oportunidade, manifesta intenção de fomentar a inclusão do chamado “caso CPEM” nas discussões atinentes às Comissões Parlamentares de Inquérito em curso perante o Congresso Nacional — a despeito de saberem que as afirmações envolvendo o mencionado “caso CPEM” eram inverídicas e a despeito de saberem da ausência de qualquer liame entre o “caso CPEM” e os supostos fatos específicos que motivaram a instalação dessas mesmas Comissões Parlamentares de Inquérito.

As entrevistas, reportagens e editoriais publicados pelo jornal “O Estado de São Paulo” com a participação do co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU e os danos morais incorridos pelo Autor ROBERTO TEIXEIRA estão sendo discutidos nos autos de ação de rito ordinário que tramita perante a E. 6ª Vara Cível da Comarca de São Paulo (Autos nº 000.05.087737-2).

Sem prejuízo disso, o desiderato buscado pelos Réus foi finalmente atingido no dia 17 de janeiro de 2006, quando o co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU foi ouvido na denominada “CPI dos Bingos”.

No dia seguinte, (18.03.2006), foi veiculada no jornal “O Estado de São Paulo”, em página inteira, com chamada na capa, reportagem a respeito do depoimento prestado pelo co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU na citada “CPI dos Bingos”, a qual, uma vez mais, foi veiculada repleta de afirmações mendazes, caluniosas, difamatórias e injuriosas em relação ao Autor ROBERTO TEIXEIRA.

Como será demonstrado a seguir, nessa reportagem o Autor ROBERTO TEIXEIRA foi acusado até mesmo da prática de torturacrime gravissímo açambarcado pela denominada Lei de Crimes Hediondos.

Destaque-se desde logo, também, que os fatos que serão discutidos nesta ação ocorreram na data em que o Autor ROBERTO TEIXEIRA estava sendo submetido a delicada cirurgia de revascularização cardíaca, com a implantação de 04 (quatro) pontes (2 safenas e 2 mamárias). Esta situação foi inclusive divulgada pelo próprio jornal “O Estado de São Paulo”.

A presente ação, como já exposto, tem por objeto a citada reportagem divulgada pelo jornal “O Estado de São Paulo” e as afirmações do co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU que foram usadas na sua confecção, sendo certo que o cenário antes exposto deverá ser levado em consideração por Vossa Excelência para aquilatar a culpabilidade dos Réus nas condutas enfocadas nesta ação.

DOS FATOS

Sob o título “Paulo de Tarso diz que PT sabia de caixa 2 e desafia cúpula do partido”, o jornal do “O Estado de São Paulo” publicou, com destaques, em página inteira (página “A6, Nacional”), no dia 18 de janeiro de 2006, reportagem lastreada em fatos mendazes e que atentam contra a honra e a imagem do Autor ROBERTO TEXEIRA.

No bojo da citada reportagem, que se reporta às afirmações do co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU, o jornal “O Estado de São Paulo”, integrante da co-Ré S/A O ESTADO DE SÃO PAULO, faz nova incursão nas “denúncias” envolvendo o chamado “caso CPEM”.

Na verdade, o jornal e sua fonte repetem as mesmas afirmações de antanho a respeito do tema, ignorando todos os esclarecimentos, manifestaçoes do Ministério Público e decisões judiciais que sobrevieram desde a primeira “denúncia” publicada ainda na década de 90. Diz-se, uma vez mais, que os contratos feitos entre a empresa CPEM e os Municípios eram ilegais e teriam sido celebrados com a intervenção do Autor ROBERTO TEIXEIRA, que participaria de um “esquema de arrecadação” — tudo a despeito das conclusões em sentido contrário exaradas não só pelo Partido dos Trabalhadores (PT), mas, também, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, inclusive com a existência de decisões transitadas em julgado.

A reportagem conta até mesmo com detalhes gráficos — apresentados com a seguinte chamada: “O esquema - O caso CPEM segundo Paulo de Tarso Venceslau”.

Na seqüência, supostamente interpretando as palavras difamatórias e caluniosas do co-Réu PAULO DE TARSO VENCESLAU, afirma-se no jornal:

O CONTATO

O advogado Roberto Teixeira apresentava-se a prefeituras petistas como representante da Consultoria para Empresas e Municípios (CPEM) e oferecia os serviços da empresa, desde que ela fosse contratada sem concorrência. Para isso, ele usaria o nome de Lula

Do lado direito da folha onde foi publicada a reportagem, consta, ainda, um pretenso quadro de esclarecimentos com o seguinte teor:

Revista Consultor Jurídico, 8 de abril de 2006, 7h00

Comentários de leitores

2 comentários

Esse "compadre" não aprende, vive em mundo para...

Lemos (Bacharel)

Esse "compadre" não aprende, vive em mundo paralelo onde ética e moral tem um significado diferente do que aquele dados pelos leitores do Estado, dos que defendem a liberdade de imprensa.

Esse "compadre" não aprende, vive em mundo para...

Lemos (Bacharel)

Esse "compadre" não aprende, vive em mundo paralelo onde ética e moral tem um significado diferente do que aquele dados pelos leitores do Estado, dos que defendem a liberdade de imprensa.

Comentários encerrados em 16/04/2006.
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