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Direito fundamental

Ives Gandra coordena livro que discute direito à vida

Sob a coordenação do advogado e professor Ives Gandra da Silva Martins, a editora Quartier Latin lança na próxima quinta-feira (10/11) o livro Direito Fundamental à Vida. O lançamento será feito na sede da seccional paulista da OAB, às 19h.

A obra reúne o trabalho de 29 profissionais das áreas jurídica e biomédica de seis países diferentes. A publicação é lançada no momento em que o Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional têm em suas pautas discussões como interrupção da gravidez de fetos anencéfalos e a manipulação de embriões. O Congresso apreciará projetos de liberalização do aborto.

De acordo com Ives Gandra Martins, a obra pretende contribuir para a reflexão dos ministros, parlamentares e demais cidadãos sobre o mais importante direito fundamental.

O livro tem artigos dos seguintes profissionais: Javier Saldaña, Néri da Silveira, Aurelio García Elorrio, Jorge Scala, José Carlos Barbosa Moreira, Cristóbal Orrego S., Carlos Fernando Mathias de Souza, Massimo Vari, Ives Gandra da Silva Martins Filho, Pedro Serna, Paulo Silveira Martins Leão Jr., Pedro Montano, Gustavo Miguez de Mello, Julio Conte-Grand, Felix Ruiz Alonso, Pilar Zambrano, Santiago Maria Castro Videla, Gilberto Jabur Haddad, Daniel Faraco, Célio Borja, Antonio Jorge Pereira Júnior, Roberto Chacon de Albuquerque, João Baptista Villela, Fernando M. Toller, José Renato Nalini, Lilian Piñero Eça, Antonio José Eça, Dernival Brandão e Herbert Praxedes.

Revista Consultor Jurídico, 3 de novembro de 2005, 19h07

Comentários de leitores

2 comentários

A obra é muito pertinente e deve ser amplamente...

Crica (Procurador do Estado)

A obra é muito pertinente e deve ser amplamente difundida. Não há confundir coerência jurídica com hipocrisia religiosa ou conservadorismo. Quanto mais me aprofundo nos estudos sobre Direitos Humanos, percebo que mais incoerente se torna a defesa da pesquisa com células tronco embrionárias, aborto do anencefálico etc. Seria importante afastar o relativismo cultural, sexista, feminista etc e analisar a questão sobre o aspecto da coerência moral e jurídica, livre de preconceitos. A proibição dos crimes de sequestro, roubo, assassinato também nunca vai impedir que sejam praticados, nem por isso a legislação que os proibe é ultrapassada ou despiscienda.

Que seja bem-vindo este livro. Vou recomenda-lo...

Lu2007 (Advogado Autônomo)

Que seja bem-vindo este livro. Vou recomenda-lo para todo mundo. Pessoas religiosas, principalmente aquelas que frequentam algo do tipo "Opus Dei" deviam guardar toda a doutrinação recebida, através desta ou de outras entidades religiosas, para si mesmo. Absurdo é alguém que se diz religioso ficar querendo impor as suas verdades para os outros. Eu estou torcendo para que o Congresso oxigene suas idéias e tire o Brasil da lista de um dos países mais conservadores do mundo em relação ao aborto. A mulher tem que ter o direito de decidir. Eu ainda vou ver algum religioso criticar o número de mortes de mulheres que morrem em fun~ção de abortos clandestinos. A proibição ao aborto nunca vai impedir que ele exista e seja praticado. É a maior hipocrisia. PAra aqueles que não concordam com a discriminalização do aborto, que não o façam. E deixem os outros em paz para decidir a respeito.

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