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Caso Opportunity

TJ-RJ afirma que juíza não estava impedida de julgar

A assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, enviou nota de esclarecimento a respeito de informação divulgada pela Consultor Jurídico na reportagem Novas confusões — Opportunity perde nova disputa no Rio de Janeiro.

Falando das disputas judiciais envolvendo o Opportunity e seus parceiros no controle acionário da Brasil Telecom, a reportagem afirmou: “As intrincadas batalhas dessa guerra prosseguem. Repletas de truques, armadilhas e imbricações estranhas. No caso do processo nas mãos da juíza Márcia Cunha Silva Araújo de Carvalho, está o fato de sua filha, Manoela Cunha Silva Araújo de Carvalho constar das procurações em que a parte favorecida indica seus representantes em juízo. O fato poderá ser usado pela parte liminarmente prejudicada.”

Leia as explicações do TJ-RJ, em nota enviada por Antonio Carlos Barros, da assessoria de imprensa do tribunal:

Ao contrário do que noticiou este site, a juíza da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Márcia Cunha de Carvalho, não estaria impedida de se pronunciar no processo que envolve os fundos de pensão e o Grupo Opportunity, na disputa pelo controle da Brasil Telecom. A sua filha, Manuela Cunha de Carvalho, não trabalha no escritório de advocacia Andrade & Fichtner, desde o dia 29 de março, quando foi rescindido o seu contrato de estágio, portando, muito antes das duas decisões dadas no dia 11 de maio. O citado escritório também não tem mais procuração para atuar no caso, já tendo sido substituído por outro, conforme substabelecimento juntado aos autos.

Revista Consultor Jurídico, 18 de maio de 2005, 20h01

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