Presidente do PTB diz que PT pagava mesada a deputados

8/06/2005 10:31Natalie Braz Ponsoni (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)Independentemente da credibilidade ou não do Sr...
Independentemente da credibilidade ou não do Sr. Jefferson, creio que a baixaria governamental atingiu patamares insustentáveis. Creio que seja necessária uma reformulação total do Poderio Estatal (em todas as esferas: Executivo, legislativo e Judiciário) a fim de que cesse de imediato a inacreditável usurpação da máquina estatal para fins de mero capricho...
7/06/2005 09:47Comentarista (Outros)Eu e meu filho também acreditamos no nobre depu...
Eu e meu filho também acreditamos no nobre deputado Roberto Jefferson. Mas também acreditamos no papai noel, na mula sem cabeça, no saci pererê, etc. E para aproveitar o momento de extrema demonstração de honestidade do deputado (em denunciar hoje o que alega ter ocorrido há muitos meses atrás), vamos lançar uma campanha pública de apoio a ele, lançando-o em seguida à presidência da república em 2006. Afinal de contas, nós - brasileiros - não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar os préstimos e o "mumus" de um homem público de tamanha envergadura. Ele é, sem dúvidas, o exemplo do bom político...brasileiro, é claro.
6/06/2005 19:36Guilb (Outros)Acredito no que foi dito pelo Dep. Roberto Jeff...
Acredito no que foi dito pelo Dep. Roberto Jefferson, exceto que o Pres. Lula e José Dirceu não sabiam do "mensalão". O povo brasileiro, ao menos uma minoria, com certeza sabe depurar as notícias que lê. Ao Dep., dou o meu total incentivo para que ele não se conforme em ser o "bode expiatório" da vez e para que jogue no ventilador todas as sujeiras deste governo do PT. Em 2006, espero que os brasileiros lembre-se do Caso do prefeito Daniel que cheira a "queima de arquivo", do AEROLULA, do caso do Waldomiro Diniz, e também daqueles caixas guardadas no Congresso, com documentos que demonstram o acúmulo de bens dos atuais políticos,incompatíveis com os seus rendimentos. Tenho pensado, cada dia mais, em ir embora desse país, que parece não ter mesmo jeito. Como educar os filhos, num país em que a moralidade não existe? Não só a moralidade, mas também a lei, depois daquela decisão do Supremo sobre a taxação dos inativos, não existe! A única verdade, é que os poderosos tripudiam em cima do povo brasileiro, extorquindo mais e mais dinheiro com impostos, que são usados para sustentar a "mamata" desses politicos, e depois, vem o Governo, com o benevolência do Supremo, que é outro Poder do Executivo, dizer que a Previdência está falida e que o povo deve pagar (novamente?) para custear as aposentadorias dos servidores. Fora Lula, Fora Dirceu, Fora Jobim, Fora PT, e mais um "Fora" para aos políticos nomeados para o Supremo, que deveriam desde a decisão sobre a EC-41, ser chamado de Supremo Tribunal do Executivo. Este espaço é pouco para traduzir toda a minha desesperança com os representantes do Povo, seja no Executivo, no Legislativo, e no Judiciário.
6/06/2005 18:58Ricardo Peake Braga (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)É claro que Lula e os outros vão negar e dizer ...
É claro que Lula e os outros vão negar e dizer que Jefferson (não confundir com o "founding father" norte-americano) está mentindo. Mas não foi Lula quem disse, há duas semanas, que daria um cheque assinado em branco ao Roberto Jefferson?
6/06/2005 15:39Florencio (Advogado Autônomo)É verdade. O Ministro Thomas Bastos é uma figur...
É verdade. O Ministro Thomas Bastos é uma figura impar, homem de caráter, não merece a desonra de estar participando deste governo. Saia fora enquanto é tempo Sr. Ministro e nós o apoiaremos...
6/06/2005 14:06Eduardo Peres F Câmara ()Fico me perguntando se já não está passando da ...
Fico me perguntando se já não está passando da hora de o nosso colega Marcio Thomas Bastos, da Justiça, que levou décadas como criminalista de escol, estar ainda metido nesse mar de lama que é o Governo Lula e essa pústula fétida chamada PT. Certamente pingos desses miasmas malcheirosos vão enlamear seu Gabinete. Vá pra seu escritório, dr. Márcio, enquanto é tempo

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