CNJ deve dividir-se entre inovador e corporativista

6/06/2005 19:36Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)Quando a política ingressa nos tribunais a Just...
Quando a política ingressa nos tribunais a Justiça saí assustada pela porta dos fundos, já disseram alhures.
6/06/2005 09:21Marcelo Augusto Pedromônico (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Nós Advogados certamente não pretendemos "caçar...
Nós Advogados certamente não pretendemos "caçar" juízes. Pelo contrário, pessoalmente, vejo que o respeito pelos Magistrados é necessário, e fundamental é a independência e a autonomia que a função exige. Porém, que isso realmente funcione. Por outro lado, Magistrados são servidores públicos, e também podem, devem, prestar contas à sociedade. Isso não é uma desonra ou forma de subordinação, mas sim um privilégio, segundos os princípios constitucionais. O coorporativismo é negativo, e juízes devem, neste aspecto, se unir a advogados, na tentativa de resgatar o respeito e a credibilidade que outrora tinham estes profissionais. Portanto, nosso pleito deve ser a eficiência da administração do Poder Judiciário, e Juízes e Advogados podem traçar seus planos em conjunto.
5/06/2005 07:48Marcos (Outro)Retirado os excessos, há apenas uma certeza: " ...
Retirado os excessos, há apenas uma certeza: " a instalação do CNJ é realmente um marco na vida do Judiciário", deveras, devemos esperar e acompanhar para saber se será um marco positivo ou versa. No mais, sonho com um judiciário realmente independente e firme para fazer cumprir com suas decisões; sonho com os juízes realmente livres e vinculados apenas as vossas consciências; sonho com advogados e promotores justos e leais; sonho que a ética impere e que a moral reine quando da exposição dos fatos pelas partes; sonho....
4/06/2005 17:41Eduardo Peres F Câmara ()Ninguém suporta mais o viés corporativista de e...
Ninguém suporta mais o viés corporativista de entes públicos no Brasil. Aliás, quanto mais corporativista, mais incompetente. O grande problema do Judiciário brasileiro é que onde não há SUBORDINAÇÃO, não existe ORGANIZAÇÃO. É uma baderna geral. As decisões dos Tribunais Superiores não vinculam Juizes de primeiro grau, estes não admitem ficar vinculados e subordinados. No Ministério Público Federal , com mais de 700 integrantes, a sociedade que os paga não sabe quem trabalha, quem faz "cera", quem não trabalha, quem aparece e quem não aparece. Enquanto essa baderna, essa "casa da sogra" não for devidamente organizada, pobre do jurisdicionado. Uma pergunta para os leitores: se o Bradesco, o Banco do Brasil, a Vale do Rio Doce , o Itaú, se chamassem " Judiciário S/A", algum de vocês teria a coragem de investir na Bolsa, nesse papel?

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