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Leilão de hotel de Sérgio Naya termina sem proposta

Terminou sem nenhuma proposta o leilão feito nesta segunda-feira (11/7), pela 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, para a venda do Hotel Saint Peter, do ex-deputado Sérgio Naya. O imóvel, que fica em Brasília, está avaliado em aproximadamente R$ 46 milhões.

Um outro leilão já está marcado para o dia 20 de julho, às 13hs, no Tribunal de Justiça, quando o hotel poderá ser arrematado por no mínimo a metade de seu preço. A venda do imóvel tem como finalidade indenizar as vítimas do desabamento do Edifício Palace II.

O prédio havia sido leiloado no dia 30 de agosto do ano passado, quando foi arrematado por R$ 7,3 milhões pela Associação das Vítimas do Palace II e repassado em seguida para o Grupo Fenícia. No entanto, a 7ª Câmara Cível decidiu anular o leilão.

De acordo com o desembargador José Mota Filho, o fato de a associação não ter autorização judicial para revender o Hotel Saint Peter ao Grupo Fenícia e ainda ter-se utilizado inicialmente de um cheque sem fundos, foram fundamentais para a anulação da praça.

Revista Consultor Jurídico, 12 de julho de 2005, 10h06

Comentários de leitores

2 comentários

Em tempo: acabem com o tal de lance vil nas arr...

Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)

Em tempo: acabem com o tal de lance vil nas arrematações e verão como os malandros reagirão, principalmente nos pedidos de adjudicação pelo valor do crédito.

As manobras dos vigaristas e estelionatários oc...

Ottoni (Advogado Sócio de Escritório)

As manobras dos vigaristas e estelionatários ocultados atrás de "colarinhos brancos" representam um estímulo aos maus pagadores que, tendo condições de pagar, usam a Justiça para procrastinar o cumprimento da obrigação e "vencer o credor pelo cansaço", obtendo um acordo vantajoso. É o que está ocorrendo com o "nobre" ex-depufede Sérgio Naia. Lesou e matou e agora, com um cinismo digno de "Guiness", mantém seu patrimônio intocado e, não raro, tem tido a oportunidade de aumentá-lo. Tudo com a aparente colaboração da Justiça. O leigo, homem do povo que ignora os mistérios da Lei, elaborada por um parlamento composto, em sua imensa maioria, por representantes do poder econômico onde estão aqueles que, podendo pagar, não o fazem para obter vantagens, fica perplexo com os resultados da ação judicial e revoltado com as despesas inúteis que foi obrigado a fazer para tentar receber o que lhe é devido.Nessa matéria devemos estar ocupando a liderança do ranking mundial da malandragem. Um viva aos sérgios naias da vida!

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