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Big Brother

Advogados acusados de fraude de títulos públicos continuam presos

A prisão das cinco pessoas acusadas de participar do esquema desbaratado pela Operação Big Brother foi mantida nesta quinta-feira (24/2) pelo desembargador federal Néfi Cordeiro, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

A ação da Polícia Federal investiga uma fraude milionária contra a Petrobras e a Eletrobrás, com uso de títulos públicos para dinheiro das empresas e transferir esses recursos do Banco do Brasil para contas de terceiros.

Um dos casos averiguados envolveria a tentativa de liberação de mais de R$ 100 milhões da Eletrobrás. Os defensores dos advogados Michel Saliba Oliveira (presidente da subseção de Curitiba da OAB), Sílvio Carlos Cavagnari, João Bosco de Souza Coutinho e José Lagana e do técnico em informática João Marciano Oddpis impetraram três Habeas Corpus no TRF-4 solicitando a libertação dos cinco.

Cordeiro, no entanto, negou os pedidos de liminar. O mérito da questão ainda será julgado pela 7ª Turma do tribunal. O teor da fundamentação do desembargador em sua decisão não pode ser divulgado porque está sob segredo de Justiça, por envolver dados obtidos mediante quebra de sigilo telefônico.

Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da capital paranaense. As informações são do TRF-4.

Revista Consultor Jurídico, 24 de fevereiro de 2005, 21h14

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