Juiz que processou corregedor por nepotismo é afastado

20/02/2006 22:56LUCIANA PRADO (Serventuário)Assédio moral, quando não mata, deixa doente ou...
Assédio moral, quando não mata, deixa doente ou aposenta por invalidez. PENA QUE O JUDICIÁRIO NEM LIGUE PARA O ASSÉDIO MORAL QUE OCORRE TODOS OS DIAS DENTRO DOS TRIBUNAIS, bem sob as barbas dos juízes e promotores (às vezes são eles mesmos que assediam). É no Judiciário, principalmente no Federal, que ocorrem os piores tipos de assédio pois os chefes são detentores de funções comissionadas (quase que equivalente aos cargos em comissão que foram extintos). Acabar com o nepotismo nas contratações sem concurso é uma grande vitória, ocorre que O NEPOTISMO CONTINUA no Judiciário SOB A FORMA DE GRATIFICAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS, algumas chegando a mais de 12 mil reais mensais (fora o salário normal). O PCS III do Judiciário Federal, se aprovado, vai aumentar em 154% as funções comissionadas. Funcionários públicos estão sendo pagos duplamente, onerando os cofres. Assim como os cargos em comissão, as funções comissionadas também ocorrem por apadrinhamento e indicação e, na prática, servem apenas para criar um clima de guerra entre os servidores concursados. Como são de livre provimento e exoneração, ao invés de trabalhar e "servir ao público" como deveriam, os servidores ficam fazendo política e tentando puxar o tapete alheio. Quem trabalha não tem nenhum valor, apenas quem puxa o saco melhor. Pessoas incompetentes e incapazes são premiadas apenas por serem amigos do rei. Um cargo, por insignificante que seja, é capaz de triplicar o salário e tem gente que mata a mãe para conseguir uma função. Além disso, muita coisa errada é encoberta e relevada a troco de função comissionada. Servidores que trabalham bastante acabam perseguidos em razão do medo que seus chefes têm de perderem as funções. É o ASSÉDIO MORAL, conduta tida como normal no Judiciário Federal e que tem deixado doentes centenas de servidores públicos perseguidos por seus chefes. O Judiciário Federal, que costuma julgar duramente processos de assédio moral interpostos por pessoas comuns, ainda não se deu conta dos problemas dessa prática junto aos próprios funcionários. Como resultado, há servidores doentes, aposentados e até que se suicidaram em razão do assédio sofrido. http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=326904&tid=19795506 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4689749&tid=2439844758353586430&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=425344&tid=8940566&na=2&nst=5 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4428525&tid=2447408674652731417&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1072868&tid=19880175&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=979620&tid=17869278 Cargos comissionados têm que ser jogados no ventilador, tipo denunciando para a imprensa, mesmo porque, é dinheiro público que está escoando, dinheiro que deve ser gasto para melhorar as condições da população e não para promover guerra entre servidores. Guerra, aliás, que não resolve nada e só piora a situação. Acabem com as funções comissionadas.
26/12/2005 17:29filosofo (Professor)Vergonhoso, para dizer o mínimo! Um Judiciário ...
Vergonhoso, para dizer o mínimo! Um Judiciário com Soteros, Désias, Pereiras, condiz com um Legislativo com seus Severinos, Jeffersons, entre tantos outros, e ainda, com um Executivo contaminado por Valerios, Delubios, Dudas... Triste constatar com tamanha obviedade o perigo que ronda nossas principais instituições, desesperador perceber que homens e mulheres que deveriam ser o exemplo para a população, se deixam levar pelos caminhos mais torpes do poder... Desejo que a injustiça acerca do afastamento do juiz Marchetti seja rapidamente solucionada, indicando a sobrevivencia de alguma lucidez dentro dessas instituições, que a cada dia se degradam mais no Brasil. Não é possível que um profissional no exercício de sua função, um cidadão em pleno exercício de sua cidadania, seja violentamente afastado de suas atividades por aqueles que demonstraram incapacidade em lidar com a responsabilidade de julgar e agir publicamente. Quiçá cada juiz no descumprimento de suas obrigações juramentadas fosse afastado de suas funções, o que nem de longe está por acontecer, e não corresponde ao histórico desse profissional, agora perseguido por sua probidade. Até quando podemos suportar tais injustiças? Qual o limite para nossa inércia em relação a tanta safadeza promovida por Nicolaus, Pereiras e Soteros da Silva? O silêncio dos cidadãos permite a propagação dessas irresponsabilidades de nossas instituições públicas, portanto, devemos nos pronunciar enquanto cidadaos e explicitar nossa indignação face a tais notícias vexatorias. Meu sincero repúdio ao nepotismo e aos seus promotores, como esses senhores Sotero da Silva, sua "competente e capacitada" esposa Désia da Silva, Eurico Cruz Neto e Antonio Miguel Pereira, péssimos exemplos ao Brasil!
23/12/2005 16:33Jorge Dalton - Advocacia Popular (Advogado Sócio de Escritório)Esse cidadão brasileiro (antes de ser advogado ...
Esse cidadão brasileiro (antes de ser advogado ou magistrado) de nome Maurizio Marchetti possui o meu respeito e deve ser reverenciado neste embate guliveriano. Mas receio que não vai adiante.
22/12/2005 03:45Saburo (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)Há "homens" bons e maus, injustos e justos, int...
Há "homens" bons e maus, injustos e justos, inteligentes e idiotas, éticos e não éticos, do bem e do mal, sábios e ignóbeis, etc. Qual lado deve prevalecer? De que lado você está? Terão castigo os que seguem o caminho do enriquecimento ilícito expurgando os que contrariam as suas perversas intenções? Saburo.
21/12/2005 21:23Alessandro Fuentes Venturini (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Dizer o que? é óbvio tratar-se de perseguição.....
Dizer o que? é óbvio tratar-se de perseguição... será que o os Juízes que apuram cumprem com a "eficiência" que reclamam... Outro caso semelhante, ocorre no Pará, vejam a matéria no seguinte endereço e fiquem mais atônicos: ocorrehttp://agenciacartamaior.uol.com.br/agencia.asp?id=3868&cd_editoria=004&coluna=reportagens
21/12/2005 17:36Jorge Lima (Prestador de Serviço)A imagem negativa da Justiça do Trabalho já oca...
A imagem negativa da Justiça do Trabalho já ocasionou, no passado, a idéia de sua extinção. Essa atitude do TRT da 15ª Região de punir um juiz que se insurgiu contra o grande mal do Judiciário brasileiro, o "nepotismo desenfreado", é lamentável. Nem mesmo a alta produtividade do juiz perseguido foi suficiente para impedir uma punição aparentemente política... É humanamente impossível cumprir os exíguos prazos legais, quando a carga de trabalho é cinco vezes maior do que o exigido em lei. PRECISAREMOS DE MUITO "BRANQUINHO" PARA APAGAR A MANCHA QUE O NEPOTISMO ESTÁ CAUSANDO NA JUSTIÇA BRASILEIRA. Agor só nos resta esperar que o CNJ faça justiça, caso contrário, só mesmo uma revolução para colocar o Brasil nos trilhos. Penso que o TRT de Campinas está precisando de uma aulas de direito, ou até uma intervenção do TST...
21/12/2005 14:43Gerton Adilvo Ribeiro (Advogado Autônomo - Civil)QUE BARBARIDADE. O QUE ME LEMBRA ESSA HISTORIA ...
QUE BARBARIDADE. O QUE ME LEMBRA ESSA HISTORIA É A CARA DOS PADRECOS DA INQUISIÇÃO. IDIOTAS E SEM RAZÃO, PROCURAVAM UAM FOMRA DE CASSAR A TODOS OS QUE SE DIGNAVAM A PERQUERIR SOBRE SUAS AÇÕES. A OAB NACIONAL TEM DE SE POSICIONAR QUANOT A ESTÁ FÁBULA (MAIS PARECE UM CONTO DA CAROCHINHA) PERPRETRADA NUM TRIBUNAL QUE SERVIA ATÉ AGORA DE MODELO AO RESTO DA NAÇÃO. SALVEM O JUIZ..............
21/12/2005 10:46Gustavo (Advogado Autônomo)Que vergonha, como pode, o Corregedor do TRT da...
Que vergonha, como pode, o Corregedor do TRT da 15ª Região, membro importante do Poder Judicário, retaliar o Juiz que lhe acusou "COM PROVAS" de nepotismo!!!!! Mas eu formulo também uma pergunta, não seria melhor afastar também o Corregedor até que seja solucionada a questão do nepotismo?
21/12/2005 10:40Sidnei Camargo Marinucci (Advogado Autônomo)Viva o nepotismo!!!
Viva o nepotismo!!!
21/12/2005 09:11Marcelo (Procurador do Município)Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço....
Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço. Assim parecem atuar os em. magistrados do TRT. Aí, surge um candidato a paladino e é inquisitorialmente perseguido. Parece história mas é hodierno.

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