Advogado quer eleições diretas para escolha da lista

10/10/2005 15:11André Cruz de Aguiar ()Dr. Mello, Quem se identifica, o faz com o n...
Dr. Mello, Quem se identifica, o faz com o nome completo, não com metade dele. E se o sr. tiver um pouco mais de boa vontade e consultar a página da OAB na Internet, pode verificar que sou advogado regularmente inscrito na Ordem - aliás, há mais tempo que o sr., diga-se de passagem.
22/08/2005 19:59Comentarista (Outros)Caro Sr. André Cruz de Aguiar (Empresarial - - ...
Caro Sr. André Cruz de Aguiar (Empresarial - - ), Ninguém se "esconde" atrás de apelidos. O uso de peseudônimo é garantido pela política de privacidade do site (que, aliás, tem a qualificação completa de todos os cadastrados); sendo, portanto, um direito do usuário. Por outro lado, é bom observar que o que se discute aqui são idéias, onde a autoria pouco importa. Por fim, vale lembrar que essa "obsessão" pela identificação das pessoas que expressam suas idéias vem de uma época obscura da história nacional, mais especificamente do período de 64/84, onde arapongas viviam de forma asquerosa atrás dessas ditas "identificações". Diante disso, perguntar não ofende: onde o Sr. esteve nos idos de 64/84? Com a palavra...
22/08/2005 15:45André Cruz de Aguiar ()A proposta é excelente e merece ser parabenizad...
A proposta é excelente e merece ser parabenizada e aprovada. Nada mais justo do que haver democracia na OAB, justamente uma das entidades que mais batalhou pela redemocratização do País durante a Ditadura Militar. Quanto aos "comentários" anteriores, penso que, primeiro, os comentaristas deveriam se identificar corretamente, ao invés de se esconderem atrás de apelidos. Quanto ao Quinto, deve ser mantido para auxiliar na fiscalização dos atos da magistratura pelos demais integrantes do Judiciário (advogados e promotores públicos) e para permitir que pessoas mais experientes e capazes auxiliem o trabalho da magistratura -- dentre outras tarefas, corrigindo em sede recursal o trabalho de moleques sem experiência de vida, mas com dinheiro do papai e da mamãe para fazer vários anos de cursinho preparatório, passar no concurso e sair fazendo besteira no fórum, depois (ou, pior ainda, fora do fórum, descarregando pistola semi-automática nos outros em luau na praia...)
22/08/2005 12:24Comentarista (Outros)A existência do quinto, realmente, não tem muit...
A existência do quinto, realmente, não tem muita razão de ser. Mesmo por que ninguém conhece algum medalhão ou advogado de renome (que normalmente são os mais cotados para ocupar o quinto) que queira trocar seus rendimentos de advogado com os parcos salários pagos pelo governo, à não ser - é lógico - pela sedução e pelo ego proporcionado pelo poder. Por outro lado, as razões da proposta da Anamatra (em extinguir o quinto) parecem brincadeira... É que tentam convencer - ao meu ver em vão - que o Poder Judiciário é apolítico. Ora, nem mesmo o mais ignorante dos leigos seria capaz de crer em tal afirmação, haja vista que a própria existência do poder, desde a sua concepção por Montesquieu, é de caráter político, independentemente de seus membros serem ou não eleitos pelo povo. Aliás, a não eleição popular de membros do Poder Judiciário talvez seja uma das causas dele (Judiciário) ser o poder menos confiável da república, segundo a opinião do povo em recente pesquisa de opinião. Por fim, é bom lembrar que, no tocante à corrupção, o nível de corrupção entre os três poderes da república também não difere em nada. Ou seja, se há - suponhamos - 30% de corruptos nos Poderes Executivo e Legislativo, certamente haverá o mesmo índice no Judiciário, pois - independentemente da eleição popular ou do concurso público - o poder é formado por pessoas do povo, e em nosso caso brasileiros, e seria muita ingenuidade supor que a eleição ou o concurso público fossem diferenciais para se aferir o nível de corrupção entre os integrantes dos poderes.
22/08/2005 11:40Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)Advogado não tem nada que fazer no Tribunal, lu...
Advogado não tem nada que fazer no Tribunal, lugar de juiz. Quem quizer ser juiz deve passar por concurso. Advogado, na acepção da palavra, não tem o direito de julgar ninguém, principalmente quando há o risco de ser injusto. Pelo fim do quinto! (acabando, também, com os pedidos de favor decorrentes, etc). Só a independência restabelecerá a dignidade da advocacia!

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