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Entrada franca

Mediação e arbitragem são temas de palestra gratuita em São Paulo

O Instituto Nacional de Mediação e Arbitragem (Inama) fará, na próxima quarta-feira (6/10), uma palestra gratuita sobre mediação e arbitragem, em sua sede na rua Eça de Queiroz, 24-1º andar, Vila Mariana, São Paulo. A palestra é destinada aos futuros árbitros e usuários do sistema em geral.

A mediação e a arbitragem são alternativas ao Judiciário. Pessoas, empresas e instituições podem incluir em seus contratos uma cláusula para adoção da mediação e da arbitragem, como forma rápida, econômica e precisa para solucionar conflitos.

A palestra é aberta ao público. Mas é preciso confirmar a presença pelos telefones 11-5084-8131/5579-4998 ou através do e-mail inama@inama.org.br.

Revista Consultor Jurídico, 29 de setembro de 2004, 14h31

Comentários de leitores

3 comentários

Gostaria de parabenizar os dirigentes do INAMA,...

Flavio Correa Rochao (Advogado Autônomo - Família)

Gostaria de parabenizar os dirigentes do INAMA, em colocar a disposição e esclarecimentos as técnicas de resolução de conflitos através da MEDIAÇÃO e ARBITRAGEM. Entendo, que muitos profissionais do direito até pela falta deste conhecimento, acabam por não aceitar está nova, que não é tão nova assim, mas, desde a primeira Constituição Imperial de 1824, é necessário que todos percebam que existe outro meio de solução que não só o Poder Judiciário.

Parece que há um equívoco, meu caro FRancisc, q...

Rolando Caio da Rocha ()

Parece que há um equívoco, meu caro FRancisc, quando julga você que as sentenças arbitrais não são revisadas pelo Judiciário. São Sim, desde que a parte contra quem foi prolatada não lhe dê cumprimento espontâneo e aguarde a execução - que é feita no Judidicário - e aí poderá invocar toda matéria de defesa, inclusive, a discussão do mérito da decisão. Então, tudo, ou pelo menos uma parte das decisões arbitrais, vai parar no Judiciário.

Considerando a matéria apresentada, creio ser i...

Francis Bragança de Souza dos Anjos (Advogado Associado a Escritório)

Considerando a matéria apresentada, creio ser interessante pensar em esclarecer os leitores que a adoção da Mediação e da Arbitragem não tem nenhum viés econômico, tudo por tratar-se de um sistema privado que visa especificamente tratar de direitos disponíveis, vale dizer, não patrimoniais. Pensar em colocar a chamada CláusulA Arbrital em contratos de todos os nívieis é, no mínimo, perigoso. Em se tratando de Arbritagem, cabe ainda dizer que para a instalção do Tribunal Arbrital, é necessário que a parte interessada pague para tal, taxa que não é nada módica, bem como depositar o valor do honorários do Árbritos, além dos relativos ao Advogado. Para concluir, deve se dito também que nesse juízo privado não há Assistência Judiciária Gratuita, bem como suas sentenças não podem ser questionadas pelas partes, não são passíveis de revisão pelo Poder Judidicário.

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