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Drogaria Brasil

Polícia Federal apreende carga de ecstasy e LSD em Natal

O jornal O Liberal, do Paraná, noticiou, nesta terça-feira (14/9), a apreensão de 58 mil comprimidos da droga ecstasy e 114 micro-pontos de LSD -- papéis embebidos com ácido divididos em doses individuais -- em Natal, no Rio Grande do Norte.

As drogas, que seriam distribuídas em São Paulo, Fortaleza e Belém, estavam em posse de dois estrangeiros e dois paraenses, que moram na Grande Belém.

Segundo o jornal, essa é, até agora, a maior apreensão de ecstasy no país. A droga está avaliada em R$ 3 milhões. Há um ano, afirma a reportagem, a Polícia Federal apreendeu 10.800 comprimidos da "pílula do amor", no Aeroporto Internacional de Val-de-Cães.

O ecstasy é uma droga sintética que costuma ser consumida por jovens de classe alta. Cada comprimido pode custar entre R$ 30 a R$ 70. Segundo a reportagem, os presos são o holandês Aiwam Mohamed Gavaar Gulzar, 37 anos, o belga Marcel Mathilda Wan Den Bergh, 49, Antônio Ferreira de Salles, 51, e Reginaldo Gomes Cordeiro, 28.

De acordo com a notícia, o agente Fernando Sérgio Castro, assessor de comunicação social da PF no Pará, afirmou que as prisões foram feitas pelos policiais da Superintendência da Polícia Federal do Rio Grande do Norte, no Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Natal.

Segundo Castro, as prisões fazem parte da conclusão da "Operação Andiroba", desencadeada há um ano e três meses pelos federais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Superintendência da PF em Belém.

O jornal diz que de acordo com informações apuradas pela PF, o belga mora em Belém há oito anos e, segundo checagem feita na Interpol, já foi preso na Bélgica há cerca de sete anos, com 40 quilos de haxixe. O holandês Aiwan Mohamed tem família constituída em Belém. Casado com uma brasileira, tem dois filhos e costumava fazer viagens constantes da Holanda para o Brasil.

Os dois estrangeiros e os dois paraenses responderão aos crimes previstos na Lei de Entorpecentes (tráfico e associação para a prática deste crime) e de formação de quadrilha. Eles estão recolhidos à sede da Polícia Federal em Natal, à disposição da Justiça Federal.

Revista Consultor Jurídico, 14 de setembro de 2004, 19h36

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