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‘Justiça para todos’

Ajufe discute poder investigatório do Ministério Público em TV

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) discutiu, nesta quinta-feira (9/9), na TV Justiça, no programa ‘Justiça para Todos’, a constitucionalidade do poder investigatório do Ministério Público. Para debater o tema, a Ajufe convidou a juíza federal criminal Ana Paula Vieira de Carvalho, do Rio de Janeiro. Participou também o advogado criminalista Roberto Podval, de São Paulo, e o procurador da República Francisco Guilherme Bastos, do Distrito Federal.

O debate foi contextualizado pelos depoimentos do procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, do presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Nicolao Dino, do presidente do Conselho Federal da OAB, Roberto Busato e do presidente em exercício da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Rômulo Berredo.

O Justiça Para Todos vai ao às quintas-feiras, a parir das 21 horas, com reprises no sábado (18h30), segunda (11h30), terça (6h) e quarta-feira (19h30). TV Justiça -- TVA canal 69/ Net canal 09.

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Revista Consultor Jurídico, 10 de setembro de 2004, 15h38

Comentários de leitores

1 comentário

Não há mais o que se debater sobre a questão mp...

Rui Antônio da Silva ()

Não há mais o que se debater sobre a questão mp x investigação criminal. As cartas sempre estiveram marcadas, e todos sabem disso. Portanto, de nada adiantam as opiniões de José Afonso da Silva, da OAB, do IBCCRIM e de todos os juristas que de forma isenta se posicionam sobre a matéria. Suas abalizadas opiniões para nada servem, pois os fundamentos a nortear as opiniões dos ex-adversos não são jurídicos, mas políticos, escusos e irresponsáveis. Afinal, se em uma frente, por razões óbvias, o mp tem a imprensa como aliada (pronta a divulgar mentiras, atribuindo ao mp paternidade de filhos alheios), a mesma que faz e desfaz, que impôs, por exemplo, a eleição e destituição de Fernando Collor; noutra vertente, em inequívoca revelação de “concorrência desleal”, o mp, e só o mp, está permanentemente a tiracolo dos senhores magistrados, “a trocar figurinhas”, o que propicia naturalmente o estabelecimento de "afinidades", com destaque para o presunçoso e bobo da corte maior. Que o mp realize diretamente as investigações criminais (ou melhor, que continue a registrar filhos espúrios), a seu bel-prazer, de forma seletiva, sem observância ao princípio da obrigatoriedade, afrontando a CRFB, eis que a conveniência aristocrática é que não pode ser contrariada em hipótese alguma, mas que todos se preparem para enfrentar uma crise jamais vista, representada pelo descrédito das autoridades públicas e de suas instituições, pois não há outro fruto a ser colhido, a basear-se pela semeadura que estamos a contemplar. Acorda Brasil!!!!!!!!

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