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Turma do barulho

Movimento feminino promete fazer barulho em julgamento de ministro

O movimento "Mulher livre do assédio" promete fazer barulho nesta semana em que o Supremo Tribunal Federal deve julgar a queixa-crime contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Medina. O julgamento está marcado para quarta-feira (19/5).

Paulo Medina é acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária de seu gabinete, Glória Pádua Ribeiro Portella, filha de Pádua Ribeiro, também ministro do STJ. Em seu parecer, o procurador-geral da República, Claudio Fonteles, opina pelo recebimento da queixa-crime.

A coordenadora do movimento, Bernadete Brito, está mobilizando mulheres para encaminhar o maior número possível de mensagens aos gabinetes dos ministros do STF. O objetivo é tornar o julgamento do caso público.

"Pleitearemos que seja feito um julgamento a portas abertas", afirma Bernadete. O motivo da reivindicação é o medo de que, como a maioria dos julgadores é homem, a balança se incline para o lado do colega.

O movimento também pretende marcar presença em plenário pelo ineditismo do caso. Pela primeira vez um ministro responde por esse tipo de acusação. (Movimento Mulher livre do assédio)

Revista Consultor Jurídico, 17 de maio de 2004, 11h43

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