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Saída alternativa

Governo impõe condição para voltar atrás na expulsão de jornalista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode voltar atrás da decisão de expulsar o jornalista Willian Larry Rother Junior, do jornal The New York Times, se o jornal e o jornalista se retratarem “formalmente”. A possibilidade de recuo foi divulgada pelos líderes da base governista que se reuniram com Lula na manhã desta quinta-feira (13/5), no Palácio do Planalto.

Ainda nesta quinta deve ser apreciado, no plenário da Câmara, o Projeto de Decreto Legislativo que susta os efeitos da determinação do Ministério da Justiça de cancelamento do visto temporário do jornalista norte-americano.

O deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ), autor do projeto, pede urgência na pauta dos parlamentares.

A matéria do jornalista foi publicada no último domingo (9/5), no jornal norte-americano, com repetidas afirmações de que a atividade de Lula está prejudicada pela bebida excessiva.

Paes argumenta que a decisão do Ministério da Justiça não se coaduna com a natureza que um país democrático deve ter e é uma represália que prejudica a imagem do governo brasileiro no exterior.

"A Lei 6.815, na qual o ministério se baseou para tomar a medida, foi sancionada em 1980 pelo último presidente da República do regime militar. É lamentável que a decisão seja tomada por um governo que tem, entre seus representantes, políticos que foram perseguidos na época da ditadura militar", acentuou o deputado. (Com informações da Agência Câmara)

Projeto de Decreto Legislativo 1276/04

Revista Consultor Jurídico, 13 de maio de 2004, 12h48

Comentários de leitores

8 comentários

Não podemos ficar passivos diante da ofensa irr...

Laura Prudente da Costa (Comerciante)

Não podemos ficar passivos diante da ofensa irresponsável. A atitude do Presidente Lula deve ser elogiada, demonstrou pulso e está respaldada pela Lei.

O jornalista errou ao afirmar que os hábitos do...

Cesar Freire ()

O jornalista errou ao afirmar que os hábitos do presidente estão a gerar uma preocupação nacional. Não é verdade. A freqüência e intensidade com que o Presidente consome álcool incomodam apenas, por enquanto, o restrito círculo de poder. Lula, que ainda não deu por encerrada as celebrações da posse, resiste em iniciar a governar e se deixa levar perigosamente para o alcoolismo. Caso médico, verdade seja dita. O fato não é nenhuma novidade para a cidade de Brasília. O jornalista, nacional ou estrangeiro, tem o direito - e o dever! - de informar a população. Muitos não vão acreditar, talvez não se torne uma preocupação nacional. Resta a esperança que essa história toda incentive os amigos do Presidente a convencê-lo da necessidade de buscar ajuda médica e mudar o estilo de vida. Quem sabe até motive o presidente a iniciar seu mandato. Porque os nossos jornalistas não levantaram o problema antes? A resposta passa pela discussão das relações do Poder com a Imprensa. Ato de jornalista estrangeiro ou não, pouco importa, hoje o povo brasileiro está ciente de um problema que aflige o Planalto. Verdade seja dita.

Caros amigos críticos, grandes e pequenos juris...

João Marcos Mayer (Advogado Assalariado - Ambiental)

Caros amigos críticos, grandes e pequenos juristas (sim porque todos pagamos juros altos): Alguém que errou o alvo está pagando caro. Carneiros jamais podem levantar a voz contra lobos que estão bebendo e sujando a água rio acima, entenderam? Se não, vão ler as fábulas de Esopo e de La Fontaine, que estão cheias de de sabedoria, tanto quanto o Livro de Provérbios e do Pregador de Salomão. Os lobos emitem verdes para financiar seu déficit, os carneiros se destroem a si próprios para pagar essas emissões e receber tapinhas na cabeça do lobo travestido de pastor, para dizer que fizeram bem a lição de casa; os lobos ditam regras que eles próprios não cumprem (vejam o pequeno exemplo do TPI), mas que os carneiros estão cansados de cumpri-las para agradar os lobos. Os lobos ditam todas as nossas condutas de vida, só que nenhum carneiro jornalista ou democratário de plantão jamais 'ousou' dizer de onde vêm as ordens em nome da tal democracia do lobo. Quando alguém, torcendo o chapéu por timidez e de medo, quer falar alguma coisa, chamam-no de louco por estar falando em nome de uma tal 'abjeta' teoria da 'conspiração'. Será que uma aliança urgente com o país de Cipango, que não é o que temos hoje do antigo impériro romano, nos dará força suficente, junto com o lerdo urso, para deixar a águia com receio de ser enjaulada e voar um pouco mais baixo? Ou todos são farinha do mesmo saco e estamos jogando nossa 51 e a nossa fé apenas para o santo que é oco e de barro? MARANATA !!!!!

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