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Volta ao trabalho

Policiais federais decidem suspender greve em todo país

Chegou ao fim a greve da Polícia Federal em todo o país. Depois de ficar 70 dias paralisados, 16 estados votaram pela volta ao trabalho em assembléia feita nesta quarta-feira (12/5) pela Fenapef -- Federação Nacional dos Policiais Federais.

Desde o início da paralisação, a Advocacia-Geral da União ganhou o direito de cortar o ponto dos grevistas em 15 estados. Com as sucessivas derrotas, a Fenapef decidiu deixar a negociação com o presidente da Câmara João Paulo Cunha, amigo pessoal de Francisco Carlos Garisto, presidente da Fenapef.

Até agora, os policiais federais não conseguiram que o governo aceitasse a reivindicação dos funcionários. Segundo Garisto, o governo dizia que eles postulavam aumento de 85%, mas que somente 250 dos 7 mil policiais teriam direito a esse ajuste. A grande maioria teria um aumento de apenas 16% a 25% no salário.

Revista Consultor Jurídico, 12 de maio de 2004, 20h32

Comentários de leitores

11 comentários

O fim da greve foi um marco da arbitrariedade e...

Officer (Agente da Polícia Federal)

O fim da greve foi um marco da arbitrariedade e da falta de capacidade do governo em ouvir as reivindicações dos Policiais Federais. O Senhor Ministro da Justiça alega que não há base jurídica para o pleito dos grevistas, porem o direito já foi reconhecido pela Justiça Federal e TCU (A justiça federal da seção do Ceará reconheceu o direito a todos os policiais federais de perceberem a tabela vencimental de nível superior, sentenciando, favorável, o MM Juiz da 3ª Vara Federal, determinando a União a pagar aos mesmos os vencimentos de nível superior, inclusive os atrasados a que tenham direito). Porem o Excel. Senhor Ministro da Justiça se acha também na condição de no mínimo Desembargador Federal. Ao invés de cumprir seu papel primordial junto à sociedade, que deveria ser o de fazer com que se cumpra a lei, ele discorda acerca da sua legitimidade já confirmada pelas vias legais. E por razoes talvez políticas e, ou de cunho pessoal se nega a cumprir a Lei.

O direito já foi reconhecido pela Justiça, AGU ...

Marcelo (Servidor da Secretaria de Segurança Pública)

O direito já foi reconhecido pela Justiça, AGU e TCU. Falta bom senso ou então existem outros interesses por trás da suposta inabilidade em negociar. Talvez um determinado inquérito . . .

Acredito que os 250 servidore da Polícia Federa...

Matos (Advogado Autônomo)

Acredito que os 250 servidore da Polícia Federal que foram rechecidos com direito equiparar os vencimentos aos de delegados tenham ingressados no quadro do respectivo pessoal na vigência da lei que exige nível superior dos candidatos. Não há dúvida de que o Governo tem que solucionar o impasse, pois não se pode admitir que o concursado em uma carreira de nível superior seja enquadro em nível médio. Pode-se exigir dos policiais que não ostentam o diploma que lhes conferem o direito, voltar a estudar a fim de preencher a axigência e requerer ascensão, eis que não é legal receber a menor no exercício de ativida idêntica, sem olvidar que tudo isso é decorrente de falha na lei específica que originou a questão.

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