Casamento com brasileira não conta a favor de jornalista

2/06/2004 18:20Márcia ()"ofenCivo"... por essas e outras que Nossa Just...
"ofenCivo"... por essas e outras que Nossa Justiça não funciona... O-F-E-N-S-I-V-O
2/06/2004 17:28Bernardo Moura Müzell Faria ()Por muito menos brasileiros já foram convidados...
Por muito menos brasileiros já foram convidados a se retirar dos E.U.A. A decisão do governo não foi errada. E o artigo do jornalista foi ofencivo ao Brasil, não ao presidente...
14/05/2004 11:21Adriano T. Guimarães Fo () A Justiça afirma que fere o princípio de liber...
A Justiça afirma que fere o princípio de liberdade de emprensa......o executivo quer mandar embora.....quem terá a incumbencia de dar o voto de minerva o Congresso Nacional............o negócio está complicado, ambos são independente entre si se é que estamos voltando ao Regime Ditatorial sob as fôrças das Armas.........
13/05/2004 19:08Jader Bezerra de Rezende ()O governo americano também expulsa jornalistas ...
O governo americano também expulsa jornalistas quando consideram a sua presença nociva aos seus interesses. Nós, brasileiros, com essa mania de subserviência e um acerto apego à anarquia e que achamos tudo muito natural. Mas, nós estamos errados com essa nossa mentalidade colonizada. Afinal, hoje não é 13/05. E, nos esquecemos......
13/05/2004 11:53Valéria Terena Dias ()O jornalista cometeu um erro, com a anuencia do...
O jornalista cometeu um erro, com a anuencia do jornal para o qual escreve: escreveu uma reportagem sem base, amparado em boatos e não em fatos. O jornal cometeu o erro de publicar tal reportagem. O governo brasileiro para corrigir tais erros comete outro, pior ainda: decide pela expulsão do jornalista. O que dá à matéria do NYT uma dimensão que originalmente não tinha, além de que lança em espíritos mais amenos a seguinte dúvida: se é mentira por que tal reação? A imagem do Brasil não foi sujada pela reportagem. Porém, a imagem do Brasil ficou IMUNDA com a expulsão do jornalista. Tal atitude é digna de governos autoritários (leia-se ditaduras), como Cuba e Venezuela. Cujos governantes são amigos e admirados pelo nosso presidente da república. Confirma o episódio o meu maior temor quando da eleição do presidente Lula: a de que mais que admirador de ditadores ele fosse admirador da ditadura. E viva a democracia!!!!!
13/05/2004 01:32Paulo Soares Teixeira Filho ()Para os defensores dos americanos e da hipocris...
Para os defensores dos americanos e da hipocrisia da liberdade de imprensa neste caso. Vai lá você nos EUA falar mal do Bush assim publicamente, desdenhando ainda POR cima. Vamos aludir a uma cerveja nacional? EXPERIMENTA EXPERIMENTA EXPERIMENTA!!!
13/05/2004 01:18Paulo Soares Teixeira Filho ()Até poderia entrar na questão jurídica, mas tem...
Até poderia entrar na questão jurídica, mas tem horas que não dá. Santa paciência imagina um brasileiro falando isso Do Bush lá...Esses americanos são uns palhaços pra bem longe você. Ah só para aqueles defensores..os brasileiros passam humilhações todos os dias naquele país. Expula sim. Os americanos fazem o que querem e entendem, mas aqui dentro é demais. Fora Fora Fora.
13/05/2004 00:55Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Quando a humanidade, numa época em que se enalt...
Quando a humanidade, numa época em que se enaltecia o pensamento, a razão, criou o que se chama Estado de Direito, almejava-se elidir a tirania, de modo que o Estado e as pessoas que o personificam -- ou seja, que agem em seu nome, respaldados por um poder em que são investidas para exercerem as funções de Estado, que num Estado Democrático ocorre pelo sufrágio universal -- devessem a mesma reverência à lei que o individual comum. Em síntese, a grande evolução trazida pelo Estado de Direito é a sujeição de todos, sem distinção à lei. Assim, o Estado, enquanto ente abstrato aglutinador, o integrantes do governo, enquanto agentes personificadores do Estado, e os cidadãos comuns, o vulgo, devem a mesma obediência à lei. Diria mais, àqueles, pela posição de destaque que ocupam, por vezes iconográfica, têm ainda um dever moral mais evidente, pois além de tudo cumprem a missão de servirem de espelho para o resto da sociedade: cumprir e fazer cumprir a lei rigorosamente. Sendo assim, quero dizer que procurei, mas não encontrei nenhum dispositivo legal que se aplicasse ao caso sem uma dose de despotismo. Compulsei a Constituição Federal, o Estatuto do Estrangeiro, a Lei de Imprensa, a Lei 7.180/83, o DL 2.481/88, o CP, o Dec. 96.998/88 e a Lei 7.685/88. A expulsão tendo por justificativa o fato do jornalista ter "ofendido" a honra ou "difamado" o Presidente, só pode se dar com amparo em algum dos diplomas atrás mencionados por meio de interpretação forçada. O que de resto poderia e deveria ter sido feito, é invocar o CP, ou a própria Lei de Imprensa, para processar o jornalista, em território nacional, pelo crime de injúria ou difamação contra o Presidente da República. Jamais expulsá-lo. Como brasileiro, envergonha-me a tirania praticada por quem se declarava contra ela. O ato do governo apenas reacende em minha mente que o PT nunca mudou sua mentalidade, herdada dos obsoletos comunistas sob a inspiração da malfadada ex-União Soviética, que pretextando melhores condições para a classe proletariada, passaram à defesa da ditadura do proletariado para abrir as portas à ditadura de um grupo de pessoas, uma elite, extraída do proletariado, mas que com ele nunca se confundiu, apenas o utilizou como trampolim para chegar ao Poder. E aos trancos e barrancos esse governo vai enchendo o Brasil e os brasileiro de vergonha e desilusão. (a) Sérgio Niemeyer
13/05/2004 00:44Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Quando a humanidade, numa época em que se enalt...
Quando a humanidade, numa época em que se enaltecia o pensamento, a razão, criou o que se chama Estado de Direito, almejava-se elidir a tirania, de modo que o Estado e as pessoas que o personificam -- ou seja, que agem em seu nome, respaldados por um poder em que são investidas para exercerem as funções de Estado, que num Estado Democrático ocorre pelo sufrágio universal -- devessem a mesma reverência à lei que o individual comum. Em síntese, a grande evolução trazida pelo Estado de Direito é a sujeição de todos, sem distinção à lei. Assim, o Estado, enquanto ente abstrato aglutinador, o integrantes do governo, enquanto agentes personificadores do Estado, e os cidadãos comuns, o vulgo, devem a mesma obediência à lei. Diria mais, àqueles, pela posição de destaque que ocupam, por vezes iconográfica, têm ainda um dever moral mais evidente, pois além de tudo cumprem a missão de servirem de espelho para o resto da sociedade: cuprir e fazer curprir a lei rigorosamente. Sendo assim, quero dizer que procurei, mas não encontrei nenhum dispositivo legal que se aplicasse ao caso sem uma dose de despotismo. Compulsei a Constituição Federal, o Estatuto do Estrangeiro, a Lei de Imprensa, a Lei 7.180/83, o DL 2.481/88, o CP,
12/05/2004 23:47Carlos Martins ()Porque a maioria dos colegas continua a recusar...
Porque a maioria dos colegas continua a recusar-se a acreditar que o presidente tem exagerado nas bebida? Só pq a Globo e a Veja não noticiaram? quanta ignorância...
12/05/2004 23:19Roberto Marques ()EUA expulsam o único jornalista iraquiano no pa...
EUA expulsam o único jornalista iraquiano no país Os preparativos para a guerra nos EUA estão sendo acelerados à medida que se aproxima o dia da ofensiva militar. Uma das providências diz respeito ao tratamento dispensado à imprensa iraquiana representada nos EUA. Washington decidiu expulsar o único jornalista iraquiano credenciado no país, mais especialmente em Nova York, junto às Nações Unidas. Trata-se de Mohammed Hassan Allawi, representante da Agencia Iraquiana de Imprensa. Esta é a primeira vez que o governo americano decide expulsar um jornalista devidamente credenciado de seu território, mesmo não sendo novidade o fato de alguns espiões terem conseguido circular pelos corredores da ONU com carteiras de imprensa. Muitas vezes, os serviços de contra-espionagem dos países desenvolvidos chegam a admitir essas pessoas, considerando essa a forma mais fácil de controlá-las. Mas esse não parece ter sido o caso do representante da agência iraquiana, cuja ordem de expulsão foi assinada por um diplomata americano, Patrick Kennedy, que considerou que sua presença poderia ‘prejudicar os interesses dos EUA’ e fixando o dia 28 para que ele deixe o país. Hassan Allawi, 38 anos, não está protestando. Pelo contrário, procura evitar muita onda, preferindo deixar Nova York no dia da reunião do Conselho de Segurança (CS), quando os inspetores da ONU irão apresentar novo relatório sobre o desarmamento de seu país. ‘Respeito a decisão americana e não pretendo promover nenhuma escalada com essa história’, disse o jornalista que faz parte da comunidade iraquiana - ao todo 300 mil pessoas vivendo nos EUA, desde o mês de novembro sob observação das autoridades. Allawi estava no posto de correspondente havia mais de dois anos, mas seu estatuto não lhe permitia sair do perímetro de Nova York. Seus cinco filhos de 8 a 16 anos estudam em escolas públicas da cidade e nunca sentiram a menor discriminação, razão pela qual reagiram com estupefação quando foram informados da expulsão. O presidente da Associação dos Correspondentes de Imprensa, Tony Jenkins, explicou que nenhuma prova foi apresentada contra Allawi, provando que ele possa ser um agente iraquiano e não um jornalista. fonte:O estado de São Paulo, 23/02/03
12/05/2004 22:58Roberto Marques ()Não devemos esquecer que os Estados Unidos tamb...
Não devemos esquecer que os Estados Unidos também aplicam o mesmo tipo punição aos jornalistas que expressam suas opiniões pessoais que contradizem a política daquele País, pois o do repórter Peter Arnett, perdeu seu emprego por dar sua impressão da guerra aos noticiários árabes. Quando os Estado Unidos souberam que o jornalista havia dado uma entrevista ao noticiário árabe, dizendo que não compactuava com os ideais da guerra, sua cabeça rolou mais rápido do que os mísseis que destruíram um hospital de Bagdá.
12/05/2004 22:38Rozemberg (Juiz Estadual de 1ª. Instância)Os defensores da permanência deste indíviduo no...
Os defensores da permanência deste indíviduo no Brasil, sob a bandeira da liberdade de imprensa e de expressão, não podem se esquecer que estes direitos não conferem aos seus portadores a autoridade de dizer o que bem entenderem, especialmente mentiras e leviandades que acarretem prejuízo a alguém. E não é por demais ressaltar que a "reportagem" em questão mculou, efetivamente, a imagem do Brasil no exterior e não atingiu apenas a instituição Presidência da República. Além disso, o fato da expulsão estar amparada por uma lei produzida no regime da ditadura não significa que ela não tenha nenhuma validade e que por isso deva ser relegada ao esquecimento. Se for assim, também vamos sepultar o Decreto-Lei 911/69 que trata da alienação fiduciária e tantas outras leis daquele período, como o Código de Processo Civil. Não é essa a questão. Ademais, o visto é ato discricionário e uma vez que sua "reportagem" podre teve a nítida intenção de prejudicar o Estado Brasileiro, extrapolando em muito o seu direito de livre expressão, baseada na má-fé, estupidez e menoscabo com nosso país, é mais do que justa a expulsão desse indivíduo, que já vai tarde.
12/05/2004 20:47Sergio Luiz Rocha Duque ()Por favor, algum especialista me responda: quer...
Por favor, algum especialista me responda: quer dizer que sob a proteção da Liberdade de Imprensa pode-se tudo. Ofender a instituição Presidência da República não é crime? E se fosse o contrário, algum jornalista brasileiro dizendo a mesma coisa do presidente Bush?

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