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Cabo de guerra

AMB diz que maioria de juízes trabalhistas deve ficar na entidade

A decisão pela desvinculação da Associação dos Magistrados do Brasil não deve ser acompanhada pela maioria dos juízes trabalhistas. A afirmação é do presidente da entidade, Cláudio Baldino Maciel. A maioria das Amatras (17 de 24) resolveu se desligar da AMB. Entretanto, a minoria das Amatras que resolveu ficar -- como São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Pará, por exemplo, -- representaria 70% dos magistrados associados, de acordo com Maciel.

Segundo ele, as Amatras que optaram pelo desligamento representam cerca de mil juízes. "E nem todos devem se desfiliar porque nas assembléias as discussões foram polêmicas e houve divisão de opiniões", observou. Maciel informou que até o momento nenhum juiz trabalhista pediu para se desfiliar da AMB, que tem hoje cerca de 15.800 associados.

Ele afirmou que a reclamação da Anamatra -- de que os juízes trabalhistas são a minoria -- pode ser resolvida. "Não se vai transformar a minoria em maioria. Mas pode-se melhorar a representatividade da minoria. E isso é feito com diálogo e não com a faca no peito", ressaltou.

Uma das soluções para problemas políticos, de acordo com Maciel, seria o revezamento da presidência da entidade, entre outras alternativas. Segundo ele, a situação "ficou pior para a Anamatra porque houve uma divisão". Maciel disse acreditar que "as Amatras irão voltar para a AMB".

Revista Consultor Jurídico, 5 de maio de 2004, 18h09

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