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Mídia e Judiciário

Ancelmo Gois discute relação entre Judiciário e mídia em São Paulo

A relação entre o Judiciário e a mídia será discutida pelo colunista de O Globo, Ancelmo Gois, em evento organizado pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). O evento será na cidade de Campos do Jordão (SP), nesta terça e quarta-feira (4 e 5/5).

As palestras sobre o "I Encontro de Comunicação da Anamatra" anteciparão o 12º Congresso Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho.

Conheça a programação:

PROGRAMAÇÃO

4/5 – Abertura

18h - A comunicação do Poder Judiciário e sua relação com a mídia

Márcio Chaer - Diretor de Redação do Consultor Jurídico

Lélio Fabiano - Diretor Presidente da Lélio Fabiano & Associados Comunicação e Marketing

Ancelmo Gois – jornalista do O Globo

Jantar de Confraternização

5/5 - Workshops

9h às 12h – Como montar uma eficiente assessoria de comunicação

Boanerges Lopes - professor da Universidade Federal de Alagoas e autor de livros e artigos sobre assessoria de comunicação

9h às 12h - Media Training – Como lidar com a imprensa

Nelson Lemos - da NVL Comunicação

Revista Consultor Jurídico, 3 de maio de 2004, 18h43

Comentários de leitores

1 comentário

Se a Constituição diz em seu art.1º, parágrafo ...

Láurence Raulino (Outros)

Se a Constituição diz em seu art.1º, parágrafo único, que "Todo o poder emana do povo, QUE O EXERCE POR MEIO DE REPRESENTANTES ELEITOS OU DIRETAMENTE,..", sem excluir da norma o judiciário, que, como os outros dois é um dos poderes da UNIÃO (não da República, com entendem muitos apeudeutas, por aí), QUERO VOTAR PARA JUIZ. Isto é um direito de todo o cidadão brasileiro, ou não? Afinal, a República Federativa do Brasil é ou não é uma REPÚBLICA? Se é uma República, como penso que é, como certamente todos os demais cidadãos brasileiros acreditam que seja, como pode haver uma garantia como a vitaliciedade da magistratura, uma extravagante relíquia da monarquia que subsiste na ordem republicana vigente, tornado o estado brasileiro apenas uma meia-república, pois uma república por inteiro não pode admitir UM PODER VITALÍCIO! Desde a entrada em vigor fa atual Carta Política, o judiciário passou, sem eleições, a ser um poder ilegítimo, dada a nova redação do princípio republicano da emação do poder, que passou do "todo o poder emana do povo e em seu nome é exercido" para o da redação acima. A expansão do direito nos últimos cinquenta anos levou o judiciário a intervir, cada vez mais nos outros dois poderes, mas o poder republicano deve ser exercido com base no voto, não apenas na sabedoria, no conhecimento. O exercício do poder no judiciário hoje é uma usurpação do poder do povo, do poder republicano. Hoje o judiciário não tem legitimidade para processar nem julgar as questões de estado, intervindo no Congresso, nas Assembléias, desmoralizando o voto popular, que é desconsiderado a cada dia, como se nada valesse. A verdade é que o judiciário para fazer hoje tudo o que faz não obteve um único voto. Refundemos a REPÚBLICA!

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