Bons profissionais sempre buscam estimular o consenso

2/07/2004 13:37Mário Knoller Junior ()Primeiramente, gostaria de consignar minha elev...
Primeiramente, gostaria de consignar minha elevada estima por profissionais como a Dra. Maria Elisabeth Corigliano. Comentando o texto em tela, o profissional que atua no campo do direito de família, deve sempre proceder como mediador e não como instigador com finalidade de lucro. Bem lembrado o fato do juramento que todos os advogados fazem e que muitos se esquecem de aplicá-lo no decorrer do exercício da advocacia. Somos sabedores das dificuladdes que existem para compor pessoas abaladas emocionalmente com fatos ocorridos ao longo do casamento, mas devemos destacar que, toda essa complexidade poderá ser diluída ou minimizada ao ser aplicado o que costumo chamar de "diálogo inteligente", ou seja, orientar sem tomar partido, até que possa verificar todos os caminhos para uma conciliação. A parecer do advogado conta muito nessa hora. Os filhos são os que mais sofrem com a ruptura matrimonial e, assim sendo, podem ajudar o profissional no convencimento de seu cliente de que a conciliação sempre é o melhor caminho. Parabéns!
24/06/2004 18:36Laudo Arthur () Também quero parabenizar a Dra. Maria Elisabe...
Também quero parabenizar a Dra. Maria Elisabeth Corigliano pela feliz abordagem do tema. O conflito faz parte da convivência humana. É preciso muita maturidade e sensibilidade para perceber que nem sempre a questão está madura o suficiente para uma disputa judicial, que pode agravar ainda mais situação. Felizmente, vejo hoje muitos advogados empenhados em aprimorar-se profissionalmente, fazendo cursos de mediação, para servir melhor seus clientes. Só falta encontrar uma saída (talvez o tempo a dará) para remunerar dignamente os profissionais que empenham numa tarefa de tamanha relevância social. A Rede Vida apresentará nesta 6ª feira (25/06/04) as 22:00 horas um programa com o título A ÉTICA DO ADVOGADO NO DIREITO DE FAMÍLIA, acho importante iniciativas como esta.
18/06/2004 15:09Maria Lima (Advogado Autônomo)Excelente escrito. Irreparável. No direito de f...
Excelente escrito. Irreparável. No direito de família, não há lugar para vaidades (isto, já o dizia o exemplar então dvogado de família, Antônio Carlos Malheiros), conduta inflexível, opinião pessoal exacerbada. É preciso ter-se paciência (de Jó), deixar as partes curtirem aquela inevitável fase de desabafo (não se iludam, os que iniciam na área: enquanto não lavam TO-DA a roupa suja PARA o advogado, nada acontece; eles precisam disso, é do ser humano; às vezes, pedem para gravar...). Tenho conhecimento de um cliente de uma amiga (Dina Rosa Duarte de Freitas, honestíssima e competente profissional), que, instado a fazer uma separação amigável, não aceitou; permaneceu irredutível e indiferente aos apelos e à orientação da profissional; ela não quis fazer a litigiosa, era muito grave a colocação da cônjuge; outro advogado fez a separação. O marido era diretor de uma multinacional; após a separação, a empresa, de posse de conhecimentos de fatos que constavam dos autos, demitiu o diretor - a ex-cônjuge fora à empresa, para receber valores a que fazia jus; a assistente social da empresa quis inteirar-se dos fatos; a mulher falou. SE a separação tivesse sido amigável, tal fato não teria acontecido. Espero que os advogados que optam pelo direito de família leiam com atenção o texto da Advogada Maria Elisabeth Corigliano. E parabéns por ter mencionado OS FILHOS DO CASAL. De nada adiantam leis, por mais perfeitas, se os profissionais de família (lato sensu) não atentarem para o mais importante dos elementos/fatores que sofrem os reflexos de uma dolorosa separação: as indefesas crianças. Maria Lima
18/06/2004 09:10Flavio Correa Rochao (Advogado Autônomo - Família)Quero parabeniza-la pela matéria e consciência ...
Quero parabeniza-la pela matéria e consciência para todos aqueles que venha a ler. Entendo, e por estar envolvido pelo meu trabalho de advogado e também como capacitado em mediação, técnicas de solução de conflitos, o caminho é e sempre será o dialogo e o bom censo. Meus parabéns.

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