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Custo da arrancada

Empresa tem de pagar cirurgia a vítima de explosão em autódromo

A 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou recurso da empresa administradora do autódromo Nelson Piquet contra decisão que determinou o pagamento de R$ 8.409,35 para cirurgia reparadora, em clínica particular, para uma vítima de acidente ocorrido durante festival de arrancadas de veículos.

Esta é a segunda vez que a NZ Empreendimentos e Investimentos recorre da decisão da 1ª instância, que concedeu liminar em favor da mãe do rapaz. Para os desembargadores, a vítima não pode correr risco de vida, enquanto aguarda a vez em lista de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo informações do site do Tribunal do DF, Marcos Vinícius Cardoso, de 18 anos, foi atingido na cabeça por peças de um automóvel Fusca, durante o festival de arrandacas realizado em junho de 2001.

O rapaz estava na arquibancada do autódromo, acompanhado de outros colegas, no momento da explosão do motor do veículo. As lesões causaram traumatismo e afundamento de crânio na vítima, obrigando-o a se submeter a neurocirurgias e correções plásticas sucessivas.

O processo principal, uma ação de Reparação de Danos, tramita na 4ª Vara Cível de Brasília. Segundo laudos médicos, Marcos Vinícius perdeu parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo e sofre crises convulsivas constantes por causa das lesões no cérebro. A família da vítima pede uma indenização no valor de um R$ 1,4 milhão à empresa.

Processo: 2002.00.200.879-40

Revista Consultor Jurídico, 9 de junho de 2004, 11h29

Comentários de leitores

1 comentário

Em casos como esse e que deveria ser aplicado u...

Adilson Pereira ()

Em casos como esse e que deveria ser aplicado uma especie de tutela antecipada porem nao somente pra garantir o tratamento medico mas sim para que se condenasse o infrator a pagar desde os primordios da açao uma pensao estipulada diz-se isso dado a clarissima respondabilidade da empresa re pouco restando a embasar recursos nesse ou naquele tribunal sendo os mesmo meras peças de exercicio de retorica juridica visando protelar o feito.

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