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Luto na advocacia

Anamatra exige investigação rigorosa do assassinato de advogado

O presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Grijalbo Coutinho, vai exigir uma profunda investigação sobre assassinato do advogado trabalhista Dorgival Rodrigues dos Santos, ocorrido nesta terça-feira (1/6) na cidade de Paulínia, em São Paulo.

O advogado foi alvejado com 11 tiros na porta de seu escritório. Ainda são desconhecidos os autores e o motivo do crime. Segundo a Anamatra, a execução pode estar relacionada à sua atuação profissional, já que o advogado vinha se destacando por promover a defesa dos trabalhadores da região.

Coutinho espera uma rápida e intensa apuração do crime e que se verifique se há alguma ligação com a atividade profissional do advogado. "Encaminharei um ofício ao ministro da Justiça solicitando empenho do poder público na busca de uma solução para o fato, pois esse crime, além de atentar contra a vida de um cidadão brasileiro, atinge a advocacia, a Justiça do Trabalho, o Estado Democrático de Direito", afirmou.

"Nesse momento de dor, os juízes do trabalho prestam total solidariedade à família enlutada, aos advogados trabalhistas, à Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo e à Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas", disse Coutinho.

Revista Consultor Jurídico, 2 de junho de 2004, 18h10

Comentários de leitores

2 comentários

Certamente, seguindo o exemplo da ANAMATRA, a O...

Cyntia Santos Ruiz ()

Certamente, seguindo o exemplo da ANAMATRA, a OAB tem a obrigação de informar, através de jornal, carta aos associados, quais as providências tomará em relação ao presente caso. Afinal, se a mesma não tomar tal postura, defendendo o interesse dos seus(advogados), desvirtuada será sua existência, em realizar obras mais fáceis de serem cumpridas e observadas por toda uma sociedade.

Louvável a postura da Anamatra. O ato brutal e ...

Gesiel de Souza Rodrigues ()

Louvável a postura da Anamatra. O ato brutal e insano praticado contra o advogado entristece a todos. Se a suspeita sobre os motivos que levaram a tão absurdo ato se confirmarem será preciso uma ampla investigação. Não podemos admitir essa volta ao passado e atitudes de barbarie própria da epoca do coronelado. A OAB, a Anamatra, familiares, amigos e autoridades deverão se empenhar para o deslinde do caso e a prisão dos envolvidos.

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