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8 julho 2004

Nome confirmado

Lula nomeia Arnaldo Esteves Lima como ministro do STJ

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva nomeou o desembargador Arnaldo Esteves Lima, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, para ocupar uma vaga de ministro do Superior Tribunal de Justiça. A nomeação foi publicada na edição desta quinta-feira (8/7) do Diário Oficial da União.

O magistrado, que irá ocupar a vaga decorrente da aposentadoria do ministro Vicente Leal, teve sua nomeação assinada pelo presidente no dia de seu aniversário, 7 de julho. Esteves Lima completou 60 anos.

Na terça-feira passada, o desembargador teve seu nome aprovado pelo plenário do Senado, depois de passar pela sabatina da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, quando teve aprovação unânime.

Arnaldo Esteves Lima nasceu na cidade de Novo Cruzeiro, no Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas em 1972 e advogou até ingressar na magistratura, em 1979.

O desembargador começou sua carreira como assistente jurídico concursado, em abril de 1973. Em junho de 1976, passou a integrar o Ministério Público do Distrito Federal, exercendo a função de defensor público e, depois, promotor substituto até 1979, ano em que ingressou na magistratura. Foi juiz federal na seção judiciária do Paraná e depois na de Minas Gerais.

Atualmente, exerce o cargo de desembargador federal do TRF da 2ª Região, para o qual foi nomeado em 1989. Tribunal que presidiu no biênio 2001/2003. A data da posse ainda não foi definida.

Revista Consultor Jurídico, 8 de julho de 2004

Comentários

Comentários de leitores: 1 comentário

9/07/2004 18:42 ATHENIENSE (Advogado Sócio de Escritório)
Digna de encômios o ato de nomeação do Min. Ar...
Digna de encômios o ato de nomeação do Min. Arnaldo Esteves de Lima para o Superior Tribunal de Justiça. Além de ser uma magistrado de reconhecido talento. com proficiente atuação em todas as instâncias em que atuou. Esteves de Lima sempre foi um magistrado que manteve excelente relacionamento com os advogados, sabendo ouvi-los, quando necessário, sem perder sua autoridade de juiz. Daí a natural satisfação de todos aqueles que o conhecem e que tiveram a felicidade de atuar nos processos em que dirigiu, em vê-lo alçado à condição de Ministro do STJ, em razão dos méritos que o credenciaram a essa elevada investidura.

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