Advogados prestam solidariedade ao presidente do TJ-SP

6/07/2004 18:31Marcos (Advogado Assalariado - Empresarial)Me espanta alguém da nossa classe prestar solid...
Me espanta alguém da nossa classe prestar solidariedade ao Presidente do Tribunal de Justiça. Devíamos estar pressionando o Desembargador para pagar aquilo que prometeram aos funcionários na última greve. Devíamos estar pressionando para ver as altas custas processuais serem revertidas em melhorias no Judiciário! Será que estes colegas que foram "puxar o saco" do Desembargador sabem que temos ofícios judiciais sem papel para o expediente? Será que eles sabem que os poucos computadores que vemos nos cartórios são de propriedade dos funcionários? Que coisa mais ridícula, prestar solidariedade ao Pres. do TJ...Dos nomes destes colegas eu me lembrarei na próxima eleição.
6/07/2004 08:55Marcos (Outro)O Poder Judiciário Brasileiro precisa obter efe...
O Poder Judiciário Brasileiro precisa obter efetiva independência no campo administrativo. Precisa tomar para si o valor pago como custas processuais e taxas, para, após arrecada-las, transforma-las em estrutura e equipamentos para o Judiciário. Precisa ter poder deliberatório sobre contratações e demissões dos funcionários de cartório. Precisa, demiti-los e contrata-los qdo lhes aprouver. Precisa demistificar a figura do funcionário público, colocando-os a trabalhar na forma que fariam se na iniciativa privada estivessem. Aliás, a sugestão é que somente as carreiras de Estado, no caso do Judiciário: os magistrados, fossem eles receptores das garantias do cargo....
6/07/2004 00:41Sylvio Micelli ()O Judiciário paulista, bem como o nacional, já ...
O Judiciário paulista, bem como o nacional, já está em processo falimentar há muito tempo. A nossa greve é justa, correta e coerente. Se os chefes de poder envolvidos cumprirem suas obrigações, constitucional (art. 37 - X) e a palavra dada (anteprojeto do TJ de 08/06/04) a greve será rápida. Se houver apenas desculpas, pelo início retumbante com a paralisação de mais de 80% do Fórum João Mendes, além da enorme adesão em todo o estado, os servidores do Judiciário poderão bater este recorde triste. A culpa não é nossa. Cabe ao Judiciário se impor como poder, ou então jogaremos todas as teorias de Montesquieu na lata do lixo. Abaixo à prepotência do Executivo. Pelo respeito ao Judiciário como instituição e pelos seus servidores que lutam no dia-a-dia sem condições mínimas de trabalho e, mesmo assim, prestam o serviço jurisdicional possível. Aos advogados e legisladores: revisem as leis, tentem diminuir prazos e entre nessa luta com o servidor. Sylvio Micelli - Diretor de Imprensa da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (ASSETJ) - miceli@assetj.org.br
5/07/2004 22:23Helio Rodrigues de Souza (Advogado Autônomo - Previdenciária)Enquanto a greve acaba com o judiciário paulist...
Enquanto a greve acaba com o judiciário paulista o TRF de São Paulo acaba de extinguir a terceira, quarta, oitava e nona varas previdenciárias, tentando assim acabar com a justiça federal previdenciária de primeira instância. Não há justificativa para a extinção das quatro varas a não ser o remanejamento de juizes e funcionários para a estrutura dos JEFs. O TRF sob o pretexto de dinamizar os JEFs está destruindo a justiça federal de primeira instância. Eram nove varas e elas tinham problemas com prazo porque os juizes e funcionários viviam emprestados para os JEFs. A melhor receita foi eliminar quatro varas e congestionar as cinco restantes... Só falta essas cinco varas restantes emprestarem juizes e funcionários para os JEFs... A próxima idéia do TRF é ampliar o valor da causa nos JEFs e acabar de vez com o trabalho dos advogados, como se não tivesse sido o trabalho inicial dos advogados que produziu a razão maior do marketing dos JEFs - as famosas correções de l994 a l997. Gostaria que o TRF explicasse para nós advogados o porque da extinção de quatro varas. Quando prerrogativas são feridas a OAB toma providências. Fechar quatro varas é mais do que atacar prerrogativas, é condenar milhares de processos ao esquecimento ignorando que por traz de cada processo existe um ser humano, além do advogado.É ignorar que processos que estavam para ser sentenciados vão ser redistribuidos para varas já congestionadas. O TRF ignora a existência de advogados para privilegiar o postão do inss do trf.onde advogados são "personas non grata" e daonde a midia televisiva e jornalistica popularesca não sai. Gostaria que o Presidente da OAB-SP, Dr. Flávio D´Urso tomasse alguma providência, se é que ainda dá tempo. Os JEFs ao invés de estarem fazendo o papel de justiça bendita , mais parecem a herança maldita das gestões anteriores da OAB.
5/07/2004 22:23Helio Rodrigues de Souza (Advogado Autônomo - Previdenciária)Enquanto a greve acaba com o judiciário paulist...
Enquanto a greve acaba com o judiciário paulista o TRF de São Paulo acaba de extinguir a terceira, quarta, oitava e nona varas previdenciárias, tentando assim acabar com a justiça federal previdenciária de primeira instância. Não há justificativa para a extinção das quatro varas a não ser o remanejamento de juizes e funcionários para a estrutura dos JEFs. O TRF sob o pretexto de dinamizar os JEFs está destruindo a justiça federal de primeira instância. Eram nove varas e elas tinham problemas com prazo porque os juizes e funcionários viviam emprestados para os JEFs. A melhor receita foi eliminar quatro varas e congestionar as cinco restantes... Só falta essas cinco varas restantes emprestarem juizes e funcionários para os JEFs... A próxima idéia do TRF é ampliar o valor da causa nos JEFs e acabar de vez com o trabalho dos advogados, como se não tivesse sido o trabalho inicial dos advogados que produziu a razão maior do marketing dos JEFs - as famosas correções de l994 a l997. Gostaria que o TRF explicasse para nós advogados o porque da extinção de quatro varas. Quando prerrogativas são feridas a OAB toma providências. Fechar quatro varas é mais do que atacar prerrogativas, é condenar milhares de processos ao esquecimento ignorando que por traz de cada processo existe um ser humano, além do advogado.É ignorar que processos que estavam para ser sentenciados vão ser redistribuidos para varas já congestionadas. O TRF ignora a existência de advogados para privilegiar o postão do inss do trf.onde advogados são "personas non grata" e daonde a midia televisiva e jornalistica popularesca não sai. Gostaria que o Presidente da OAB-SP, Dr. Flávio D´Urso tomasse alguma providência, se é que ainda dá tempo. Os JEFs ao invés de estarem fazendo o papel de justiça bendita , mais parecem a herança maldita das gestões anteriores da OAB.
5/07/2004 22:23Helio Rodrigues de Souza (Advogado Autônomo - Previdenciária)Enquanto a greve acaba com o judiciário paulist...
Enquanto a greve acaba com o judiciário paulista o TRF de São Paulo acaba de extinguir a terceira, quarta, oitava e nona varas previdenciárias, tentando assim acabar com a justiça federal previdenciária de primeira instância. Não há justificativa para a extinção das quatro varas a não ser o remanejamento de juizes e funcionários para a estrutura dos JEFs. O TRF sob o pretexto de dinamizar os JEFs está destruindo a justiça federal de primeira instância. Eram nove varas e elas tinham problemas com prazo porque os juizes e funcionários viviam emprestados para os JEFs. A melhor receita foi eliminar quatro varas e congestionar as cinco restantes... Só falta essas cinco varas restantes emprestarem juizes e funcionários para os JEFs... A próxima idéia do TRF é ampliar o valor da causa nos JEFs e acabar de vez com o trabalho dos advogados, como se não tivesse sido o trabalho inicial dos advogados que produziu a razão maior do marketing dos JEFs - as famosas correções de l994 a l997. Gostaria que o TRF explicasse para nós advogados o porque da extinção de quatro varas. Quando prerrogativas são feridas a OAB toma providências. Fechar quatro varas é mais do que atacar prerrogativas, é condenar milhares de processos ao esquecimento ignorando que por traz de cada processo existe um ser humano, além do advogado.É ignorar que processos que
5/07/2004 22:23Helio Rodrigues de Souza (Advogado Autônomo - Previdenciária)Enquanto a greve acaba com o judiciário paulist...
Enquanto a greve acaba com o judiciário paulista o TRF de São Paulo acaba de extinguir a terceira, quarta, oitava e nona varas previdenciárias, tentando assim acabar com a justiça federal previdenciária de primeira instância. Não há justificativa para a extinção das quatro varas a não ser o remanejamento de juizes e funcionários para a estrutura dos JEFs. O TRF sob o pretexto de dinamizar os JEFs está destruindo a justiça federal de primeira instância. Eram nove varas e elas tinham problemas com prazo porque os juizes e funcionários viviam emprestados para os JEFs. A melhor receita foi eliminar quatro varas e congestionar as cinco restantes... Só falta essas cinco varas restantes emprestarem juizes e funcionários para os JEFs... A próxima idéia do TRF é ampliar o valor da causa nos JEFs e acabar de vez com o trabalho dos advogados, como se não tivesse sido o trabalho inicial dos advogados que produziu a razão maior do marketing dos JEFs - as famosas correções de l994 a l997. Gostaria que o TRF explicasse para nós advogados o porque da extinção de quatro varas. Quando prerrogativas são feridas a OAB toma providências. Fechar quatro varas é mais do que atacar prerrogativas, é condenar milhares de processos ao esquecimento ignorando que por traz de cada processo existe um ser humano, além do advogado.É ignorar que processos que estavam para ser sentenciados vão ser redistribuidos para varas já congestionadas. O TRF ignora a existência de advogados para privilegiar o postão do inss do trf.onde advogados são "personas non grata" e daonde a midia televisiva e jornalistica popularesca não sai. Gostaria que o Presidente da OAB-SP, Dr. Flávio D´Urso tomasse alguma providência, se é que ainda dá tempo. Os JEFs ao invés de estarem fazendo o papel de justiça bendita , mais parecem a herança maldita das gestões anteriores da OAB.
5/07/2004 21:44Marianna2010 (Serventuário)Infelizmente, depois de 28 anos no Judiciário, ...
Infelizmente, depois de 28 anos no Judiciário, ainda temos a lamentar que a "Casa das Leis" não as cumpra em relação aos seus próprios servidores; o que podem esperar dela os jurisdicionados ??? Da greve deflagrada semana passada, depois de meses de negociação intensa e desgastante pela REPOSIÇÃO SALARIAL DOS ÚLTIMOS 02 ANOS, cabe ônus apenas ao Presidente do TJ, que passou à categoria um Cheque sem fundos,( e dá-lhe execução), depois que inclusive publicou no DOJ o índice acordado e aceito em assembléia pelos servidores, que, num voto de confiança ao PATRÃO, continuaram a trabalhar. E NÃO VIRAM o crédito em conta!!! Nosso movimento não é contra a população, muito menos contra advogados; para isso é mantido o serviço essencial. À título de informação, para que se tenha exata idéia da falta de condições e de segurança a qual estamos expostos no cumprimento da função, o cartório do JEC da minha cidade foi furtado por 02 vezes desde fevereiro( a última neste final de semana) nos levandode novo todos os computadores ( nosso instrumento de trabalho).Falta estrutura para melhor atender a demanda; faltam funcionários,( em torno de 11.000) desde há + 05 anos sem contratação; falta boa vontade dos governantes, só não nos falta DIGNIDADE, e por esse motivo estamos outra vez paralisados.
5/07/2004 20:56Roberto Stone ()Difícil tomar partido nesse conflito, quando nã...
Difícil tomar partido nesse conflito, quando não se sabe precisamente quais as reivindicações dos servidores e no que foi desrespeitado o acordo que se diz ter sido celebrado em 2001. E, se houve mesmo esse descumprimento, quem foi o responsável por tal falta, que me parece extremamente grave? Não existiriam outros meios legais para obrigar ou responsabilizar aquele que se nega a cumprir um acordo legítimo?
5/07/2004 19:23Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório)Dr. Tosto: um pequeno equívoco de sua parte: o ...
Dr. Tosto: um pequeno equívoco de sua parte: o Judiciário Paulista já acabou.Faliu a muito tempo. E, mais, por nossa culpa, advogados, que vimos o que estava acontecendo e nada fizemos para que o colapso não acontecesse. Esta greve não é o inicio do colapso, mas consequência dele. Os servidores não têm culpa. São vítimas da falência do Poder Judiciário.

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