Boletim ataca notícia sobre relatório da PF. Site responde.

5/02/2004 14:10Priscila Gomes ()Eu acho o seguinte: os dois informativos são mu...
Eu acho o seguinte: os dois informativos são muito bons! Eu leio Conjur e opino aqui quase todos os dias...e também sou migalheira, recebo os emails do Migalhas e não vejo pq esse clima todo. Até pq, opiniões de leitores não são opiniões dos jornalistas! Eu também falo um montão de coisas - já falei várias coisas sobre o STF aqui nesse site... São OPINIÕES, entendam isso numa boa, e poderemos manter esses debates de forma saudável...a gente sai ganhando :) Portanto, proponho paz entre esses dois louváveis informativos jurídicos. E viva a concorrência (saudável!) entre vocês, para que todos nós sejamos beneficiados com compromisso de melhora e de bom trabalho a cada dia, sempre se superando!!! Abraços da Conjurzeira e Migalheira Priscila
3/02/2004 09:42DOUTORA ANDRÉIA PEREIRA DA SILVA, ADVOGADA DOUTORA CRIMINALIST (Advogado Autônomo)É a verdade que machuca muitas pessoas, a Lei é...
É a verdade que machuca muitas pessoas, a Lei é dura mais é a Lei, e eu ainda aposto que muitas pessoas ainda aparecerão no caso anaconda, quem muito defende o silêncio do caso, quem não quer que haja muita mídia em cima do caso, é porque deseja privilegiar o nome de alguém. Friso, repito e anoto: Muitos nomes ainda aparecerão para alegria ou tristeza de muitos, vai aparecer, para não comprometer a dignidade da justiça! Se tiverem que responder processo e serem condenados, serão, ainda que isso seja duro, é o que toda uma Sociedade espera: a verdade, a moralidade e a justiça, baseado nos nomes que muitos querem quue apareça, mas de nada adianta, se a pena não passará da pessoa do réu, que os culpados tenham seus nomes divulgados e uma feliz estadia agora no banco dos réus e futuramente na prisão. Parabéns ao Conjur, a verdade nunca compromete a dignidade da justiça! e-mail:andreiapereiradasilva@adv.oabsp.org.br
3/02/2004 00:25Luciano Casas ()Imaginem se eu, um ilustre desconecido, escreve...
Imaginem se eu, um ilustre desconecido, escrevesse algo contra o Otavio Frias e ele me dedicasse um editorial na Folha de são paulo fazendo o maior alarde. Pois bem, esse parece ser o caso do jornalista Márcio Chaer, que dignificou o desconhecidíssimo site "migalhas" se arvorando em luta contra o mesmo como se este fosse importante. No fundo é para dar risada, e o pessoal do "migalhas", por sinal um site com um nome irrisório cujo mote não impressiona ninguém, deveria agradecer ao jornalista Márcio Chaer pela falta de senso do ridículo, de trazer para tal patamar de evidência um site sem importância alguma. Agora pergunto ao jornalista Márcio Chaer: se eu escrever algo contra a Globo num site gratuito do Yahoo, seguindo os mesmos critérios da Conjur, será que colocam o Cid Moreira ou o Bonder para me responder em pleno Jornal Nacional? Gandhi já dizia que o valor de um homem se mede por seus inimigos...
2/02/2004 21:23Maria Lima (Advogado Autônomo)Vivemos dias de propaganda e marketing. Não te...
Vivemos dias de propaganda e marketing. Não temos um presidente, uma prefeita em São Paulo; temos a propaganda do que eles dizem que é governo. A solução para a incompetência é fazer um barulho danado, e aguardar o efeito. Investir em si próprio, ou perecer. É o que fez o Migalhas. Eu, que jamais tinha ouvido falar nesse boletim, acabei sabendo que existe, graças à ConJur. Os advogados peroramos contra imunidades descabidas, verdadeiras certezas de impunidade. Há maus parlamentares, vis políticos do Executivo, grassa a corrupção; até o bom e velho Judiciário nos decepcionou, por alguns de seus agentes. E o povo sofrendo cada vez mais. Não podemos defender advogados que desonram a advocacia. Não é advogado aquele que é mandante de um homicídio, obedecendo códigos de comparsas presos; que leva celulares na cadeia, para os bandidos; que administra os bens incalculáveis do bandido preso; que admite, perante uma classe atônita, que "recebe dinheiro DO TRÁFICO" (a criminosa não disse "do traficante", é de se notar). Há advogados que de tal forma aliam-se ao criminoso, seu "cliente", que fica difícil saber quem é pior: se aquele que, correndo risco de morte, fez opção clara pela delinqüência, sabendo, a sociedade, quem é e que veio, ou aquele que, ostentando um diploma universitário, uma Carteira da OAB, escolhe associar-se aos bandidos; se um médico vai a um estabelecimento prisional, tem que provar que foi chamado. O advogado apenas exibe sua honrosa Carteira, e abrem-se os lúgubres portões - atrás dele, rangem. Por acaso ele é melhor, mais "doutor", do que o médico, que, com uma caneta bic, faz uma traqueotomia em segundos, salva uma vida? Não, não é. É em nome da SOCIEDADE que ele entra. Entra para impedir que se consume injusta agressão a quem está preso. Sua liberdade de atuação vem da necessidade que a sociedade tem, de abrigar a certeza de que jamais um inocente - ou culpado - será vítima de abuso de poder, arbítrio, desvalor para com o jurisdicionado. É em nome dessa liberdade, da credibilidade que ele tem que ter para realizar efetiva DEFESA, que o advogado tem que ser respeitado. E não para que uma classe profissional venha a acrescentar, ao imenso rol de impunidades já existentes, nova modalidade de corrupção - e, talvez, a pior de todas: o facínora, homicida, ladrão, traficante, só se ASSOCIA ao que deveria defendê-lo, porque está indefeso, preso. Os Advogados de escol, mencionados no artigo sabem disso. Maria Lima
2/02/2004 18:25Elaine Paiva (Outros)Para comentar esse artigo, não teve jeito fui v...
Para comentar esse artigo, não teve jeito fui visitar o boletim citado. Começando pelo nome, vejamos: Assim está no meu humilde dicionário o significado da palavra migalha: Pequeno fragmento de alimento farináceo, especialmente de Pão. > Popularmente já podemos deduzir que todos que fazem parte do citado boletim são farinha do mesmo saco;(isso é uma gozação);Pequena porção;resto; sobejos e por que não dizer, esmolas. A começar que um editorial sem assinatura perde seu valor por não identificar o seu mentor. Já dizia a minha avó na sua simplicidade, homem que é homem, honra as calças que veste quando assume tudo aquilo que faz, fala e escreve. E mulher que é mulher, honra a saia que veste quando mostra aquilo que é, e não o que os homens desejariam que ela fosse.(referindo-se a sua época onde poucas mulheres tinham coragem de expressar seus pensamentos). Ora se uma pessoa escreve um artigo e o publica, tem a obrigação de assiná-lo mesmo que venha ser criticado. Faz parte da democracia. Os mais experientes costumam dizer que o que falamos o vento leva, mas quando escrevemos - as palavras ficam - e podem ser usadas contra o próprio autor. Por isso, acho que entendo porque o editorial saiu anônimo, deve ser o pensamento daqueles que o patrocinam. Vamos ao assunto mais importante: O relatório final da PF sobre a Operação Anaconda. Eu já havia lido em outro site sobre o relatório da PF, e até o momento, não o considero "acusador" no sentido real da palavra, e sim, informativo sobre tudo o que foi encontrado, "gravado" e com algumas suposições superficiais sobre os envolvidos. Obviamente, falo sobre o que li e acompanhei até o momento. Há de se provar muita coisa e provavelmente, boa parte se perderá. O fato da Conjur publicá-lo, ao meu ver, foi meramente o final do acompanhamento de diversos artigos/matérias publicadas sobre a Operação Anaconda, sempre mantendo o nível Jornalístico, levando a seus leitores informações que jamais teríamos acesso. Infelizmente, boa parte dos internautas ainda estão perdidos pelas milhares de páginas da Internet, eu mesma já estive, principalmente no começo, e pouco se interessam por assuntos de relevancia que podemos encontrar aqui na conjur e em outros sites que também são muito bons. E só para finalizar, a Operação Anaconda está servindo como um grande alerta de que precisamos mudar o rumo da história de nosso país. Elaine P@iva

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