Menos ruim

Cresce número de aprovados no Exame da OAB em Goiás

Os Exames de Ordem feitos pela OAB têm apresentado, nos últimos tempos, índices elevados de reprovação. Isso já não é novidade. A novidade é que, em Goiás, o número de aprovados -- embora ainda baixo -- foi maior do que o verificado no exame anterior, no mês de março.

A seccional goiana da Ordem dos Advogados do Brasil apresentou um índice de 27,67% de candidatos aprovados. O resultado mostrou um significativo aumento de quase dez pontos porcentuais em relação ao exame anterior, quando apenas 17,91% do total de inscritos conseguiu aprovação.

As provas aconteceram entre os dias 29 de agosto e 26 de setembro. Ao todo, 1.265 bacharéis de Direito participaram do Exame de Ordem em Goiânia.

De acordo com a OAB-GO, a Universidade Federal de Goiás (UFG) permanece sendo a instituição de ensino superior que apresenta os melhores índices de candidatos aprovados. Dos 76 bacharéis inscritos, 39 foram aprovados, ou 51,31% do total.

Em segundo lugar, aparece a Universidade Salgado de Oliveira com 34,65% de aproveitamento. Na seqüência vem a Universidade Católica de Goiás (UCG), com 33,43% de aprovação. As que apresentaram a maior quantidade de reprovados foram as Faculdades de Ciências Humanas de Anicuns (86,36%) e as Faculdades Integradas do Planalto Central (88,89% de reprovados).


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2 comentários




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7/12/2004 12:13Celso Pereira da Silva ()Ondo grafei "autuação" leia-se atuação. Viu no ...
Ondo grafei "autuação" leia-se atuação. Viu no que dá exames faceis ... deveria ser feita uma reavaliação nos já inscritos.
7/12/2004 12:07Celso Pereira da Silva ()Acho que a prova da OAB deve ser mais rigorosa,...
Acho que a prova da OAB deve ser mais rigorosa, posto que exige conhecimentos básicos para autação sem complexidade. Quem não passa no exame da OAB não merece mesmo advogar nem em pequenas causas. Num sistema em que o inscrito pode advogar em qualquer área, em qualquer causa, o exame deveria ter mais etapas. Lamentavelmente a OAB demorou muito para exigir melhor qualificação aos inscritos. A OAB não precisa de novos incompetentes, basta os velhos já inscritos quando o exame era pro-forma e adquiria-se estagios, como no meu tempo de estudante.