Dobra número de processos contra imprensa e jornalistas

22/12/2007 21:51Domingos da Paz (Jornalista)A Comunicação Social no Brasil tem grande parce...
A Comunicação Social no Brasil tem grande parcela de culpa e ainda não se apercebeu que estamos vivendo uma terrivel DITATURA DO PODER JUDICIÁRIO, muito pior que a dos militares, pois, se intromete em tudo e prendem jornalistas para que o país não seja passado a limpo. Um poder nefasto e muito fedorento, e sem representatividade. Dá medo e náuseas ao mesmo tempo. Conheço vítimas deste "Poder" nauseabundo por erro e também conheço vítimas que foram e são perseguidas por esses semi-deuses do deserto. Os outros dois "poderes" a imprensa mostra tudo, mas quando esbarra no JUDICIÁRIO, os colegas da imprensa se "cagam" de medo, ou então ficam presos como eu fiquei 20 meses sem dever absolutamente nada a ninguém,afirme-se, na Face da Terra, e por conta dessa canalhice os Ministros do STJ consideram minha prisão totalmente ilegal e configurado CONSTRANGIMENTO ILEGAL. Basta dar vistas no Habeas Corpus nº 65.678/SP do STJ, e outros HCs nº 69.196/SP e 69.201/SP - tds do STJ. Querem mais!? Quando a nossa imprensa vai acordar e mostrar o imperialismo deste nefasto PODER JUDICIÁRIO DITADOR? O "Poder Judiciário é um lixo, principalmente o paulista", muito pior que os tempos da "Santa Inquisição" onde a Igreja Catolica sacrificava vidas não somente nas masmorras como também ceifavam vidas. O JUDICIÁRIO PAULISTA cometeu contra minha pessoa verdadeiro "latrocínio", fiquei preso ilegalmente 20 meses conforme se constatam nos aludidos HCs, e mais um, anotem: Habeas Corpus nº 88428/SP do STF. Querem mais. Fiquei preso porque jornalisticamente noticiei uma "quadrilha dos doutores" com horrendos crimes ambientais no miserável Vale do Ribeira, veja site: www.madevar.org. Ah, os crimes não foram apurados ou investigados, mas eu fiquei preso ilegalmente!
10/09/2005 16:52Julius Cesar (Bacharel)LEI REGULAMENTADORA DE AÇÕES DE DANOS MATERIAIS...
LEI REGULAMENTADORA DE AÇÕES DE DANOS MATERIAIS E MORAIS - Urge que se edite uma MP ou lei regulamentando estas ações. Pedidos até 60 salários mínimos seriam julgados nos Juizados Especiais Civeis Federal e Estaduais, onde o Autor gozaria de isenção de custas judiciais e utilizaria o jus postulandi. Para pedidos acima deste valor, o forum competente é o comum. O teto do pedido seria de cem salários mínimos, seria vedado a concessão de justiça gratuíta, exigido depósito de caução de 10% sobre o valor da causa. Em caso de sucumbência, o Autor indenizaria o Réu no valor do pedido.
1/10/2003 11:02Greigson Tomacheuski ()Todo o exercício de poder importa em responsabi...
Todo o exercício de poder importa em responsabilidade, e como a imprensa tem muita influência sobre a sociedade, acaba muitas vezes fazendo enormes confusões, pois cria e destrói reputações, amplifica e destaca notícias pouco importantes e minimiza muitas vezes assuntos mais significativos. Sem dúvida, é presciso que as empresas jornalísticas e principalmente os jornalistas, pois são eles que buscam e repassam as informações à população, atuem com responsabilidade e dignidade acima de tudo, porque a contribuição jornalística é de suma importância para o aperfeiçoamento democrático em nosso país. Greigson Tomacheuski ( Estudante de Direito ) Curitiba-PR
1/10/2003 08:22João Luís V Teixeira (Advogado Sócio de Escritório - Trabalhista)Os bons jornalistas e os sérios veículos de com...
Os bons jornalistas e os sérios veículos de comunicação não têm por que se preocupar. É a questão de quem não deve, não teme. Ademais, se o demandante "perder" a causa, pagará honorários de sucumbência ao demandante. Ainda, é fácil dizermos que existe uma enxurrada dessas ações, quando isso não nos afeta. Agora, quando você é a vítima de matérias mal feitas, irresponsáveis ou tendenciosas, que podem arruinar a sua vida e o seu nome, a coisa muda de figura. Assim, o simples fato de ter aumentado o número de ações de indenização por danos morais, nos últimos anos, contra veículos de comunicação, não quer dizer muita coisa (até porque a notícia menciona que, em apenas 20% dos casos, há condenação). O direito de ação pode e deve ser exercido, livremente.
30/09/2003 22:56ramos (Advogado Sócio de Escritório)A parte irresponsável da imprensa brasileira, r...
A parte irresponsável da imprensa brasileira, representada pelos pseudo-jornalistas que ela tão bem cultua, deve sim, e cada vez mais, ser responsabilizada pelas insanidades que vem sendo cometidas sob o manto da "liberdade de informar". O que se pede é que a imprensa seja responsável, ouça sempre os dois lados, não se corrompa em troca de benesses. O que se pede, e espera, é que os proprietários dos veículos de comunicação tenham a decência de escoimar do meio jornalístico aqueles serviçais que só fazem denegrir o bom jornalismo, verdadeiras bocas alugadas em busca única e exclusivamente do bem estar pessoal, contra tudo e contra todos. Para esses pífios, a ética é tão somente uma mera questão de ótica. A sorte desses insanos reside no fato de nosso Poder Judiciário ainda ser um tanto "tímido" no que tange a impor condenações mais apropriadas. É preciso lembrar sempre que democracia é, antes de tudo, respeito pela integridade do outro. De qualquer forma, estamos progredindo e, certamente, progrediremos ainda mais. Aliás, nenhum de nós encontrou nossa reputação na lata do lixo para vê-la elameada por um calhorda qualquer. Louve-se o Poder Judiciário.
30/09/2003 22:10Lourival Amorim (Advogado Autônomo - Tributária)No artigo "Imprensa Acuada" o autor externa sua...
No artigo "Imprensa Acuada" o autor externa sua dúvida se a imprensa brasileira piorou brutalmente nos últimos anos ou se virou a bola da vez.Eu diria que estão acontecendo apenas mudanças. Uma parcela de jornalistas ou pseudo-jornalistas confunde liberdade de expressão com liberdade de dizer o que bem entende de tudo e de todos. O mundo está mudando. As pessoas estão mudando. A famosa oferta do tal de direito de resposta não mais satifaz os ofendidos. A responsabilidade de quem escreve, no que diz respeito ao erro, está ficando idêntica a dos médicos, dos advogados, dos contadores, dos engenheiros, dos motoristas, etc. Está valendo a máxima latina: Fiat justitia et ruat caelum - Faça-se justiça, embora desabem os céus. E mais, isto não é censura prévia não. Chama-se responsabilidade! Meu falecido pai já dizia: jogue-se um saco de penas ao vento e nunca mais se recolherá todas. Uma ofensa à honra divulgada num jornal, rádio ou televisão, jamais será reparada com um simples e sincero pedido de desculpas ou um desagravo. Perca-se tudo, menos a honra. — Omnia si perdas, famam servare memento. É minha modesta opinião. Lourival Amorim. Florianópolis

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