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Ranking nacional

Policiais são mais confiáveis que advogados, diz pesquisa.

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Os policiais são mais confiáveis que os advogados. É que diz a 2ª edição da Pesquisa "Marcas de Confiança" (Trusted Brands) 2003, da Revista Seleções. De acordo com o ranking nacional, os advogados somente são mais confiáveis que os agentes imobiliários e políticos.

A profissão de jornalista está em 9º lugar entre aquelas de maior confiança dos entrevistados. A profissão de advogados ficou em 13º lugar.

O estudo indica a confiança que os entrevistados depositam em categorias de produtos e serviços que adquirem, e nas profissões, instituições e políticas governamentais. A profissão Jornalista foi incluída na pesquisa este ano. A profissão de Bombeiros é considerada a de maior confiança.

Na categoria Instituições/Organizações, os Jornais ficaram em segundo lugar, com 64% dos votos, o Rádio com 61%, Revistas com 58% e Televisão com 46%. Os Correios ficaram em primeiro lugar.

A pesquisa, criada pela Revista Seleções, funciona como uma espécie de termômetro do comportamento do consumidor em relação à confiança que deposita em 48 categorias de produtos e serviços, além de profissionais. No Brasil, ela é desenvolvida com o apoio do Instituto Ipson-Marplan. Os vencedores podem usar o selo internacional "Marca de Confiança" em anúncios, embalagens, ações de endomarketing e de relações públicas.

Em uma festa de premiação, que será realizada no Masp, em São Paulo, nesta terça-feira (30/9), a partir das 19h30, serão entregues troféus simbólicos aos vencedores das 48 categorias, além de três especiais: Profissão, Políticas de Governo e Instituições e Organizações. Para representar as categorias, são convidadas instituições representativas das profissões, organizações etc.

Conheça o resultado completo nas duas categorias:

Profissões

1) Bombeiros - 96%

2) Pilotos de Avião - 89%

3) Dentistas - 78%

4) Professores - 77%

5) Médicos - 75%

6) Engenheiros - 67%

7) Enfermeiros - 66%

8) Farmacêuticos - 52%

9) Jornalistas - 51%

10) Psicólogos - 50%

11) Motoristas de táxi - 37%

12) Policiais - 18%

13) Advogados - 12%

14) Agentes imobiliários -11%

15) Políticos - 1%

Instituições/Organizações

1) Correios 87%

2) Jornais 64%

3) Rádio 61%

4) Casamento 60%

5) Revistas 58%

6) Igreja 57%

7) Forças Armadas 55%

8) Televisão 46%

9) Sindicatos 45%

10) Empresas Multinacionais 38%

11) Governo 23%

12) Transporte Público 21%

Revista Consultor Jurídico, 29 de setembro de 2003, 18h56

Comentários de leitores

10 comentários

Meus amigos do direito, não tomem tal pesquisa ...

Rodrigo Laranjo ()

Meus amigos do direito, não tomem tal pesquisa como afronta ou ofensa pessoal. A pesquisa reflete simplesmente a visão que a população em geral tem de nosso ramo. Creio que talvez seja nosso descuido com marketing e concentração na qualidade que gera este tipo de estatística. Trabalhamos muito e aparecemos pouco. Se a palavra "marketing" fosse menos odiada em nosso ramo talvez obteríamos uma classificação melhor. www.wibs.com.br

Quando um Magistrado cobra um raciocício retilí...

Rodolfo Hazelman Cunha ()

Quando um Magistrado cobra um raciocício retilíneo de advogado e da população, colocando os Juízes de Direito acima de críticas, é sinal de que as coisas não vão muito bem neste País, seja em nível for. Ademais o Sr, Juiz deveria, por prudência antes de mais nada, verificar quais os critérios que embalaram tal pesquisa, antes de desfilar sua erudição pois, ficou óbvio até para um estudante de direito que estes são claramente manipulados e manipuláveis para induzir o incauto, como ocorreu na pesquisa. Duvido que seja este o pensamento do povo brasileiro!

Com todo o respeito, discordo da posição do Sr....

Cid Bianchi ()

Com todo o respeito, discordo da posição do Sr. Juíz, eis que dentro de seu contexto, a função de advogado, também, não deveria participar de tal pesquisa. Ora, as pessoas confundem a atuação do advogado, com a do Poder Judiciário, Ministério Público entre outras , justamente por não saberem diferenciar tais funções. É costumeiro o cliente do advogado pensar que tal profissional está lhe enganando, diante da demora da resolução de um processo. Em muitos e muitos casos, referida demora é por conta do Poder Juridiciário, em face do assoberbamento de processos e da própria estrutura do Órgão Jurisdicional. Portanto, se torna temerário tal pensamento. Em contrapartida, temos inúmeros advogados que não merecem funcionar como causídicos, diante de atitudes desabonadoras, cabendo a OAB tomar as medidas pertinentes. No tocante aos políticos, acredito que o percentual de 1% é por demais alto, pois entendo que desse 1% são de pessoas ligadas a política ou seus parentes.

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