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CPI do Banestado deve ser prorrogada por 180 dias

O presidente e o relator da CPMI do Banestado, senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) e deputado José Mentor (PT-SP), decidiram nesta quarta-feira (24/9), propor a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias a partir do dia 16 de outubro. "A CPI reuniu enorme quantidade de dados e informações sobre a evasão de divisas, quebrou o sigilo de milhares de contas bancárias e está em pleno processo de investigação. Precisamos de mais tempo para chegarmos aos nomes dos responsáveis pela gigantesca evasão de divisas ocorrida no período entre 1996 e 2002" -disse o senador Antero.

"Temos ainda longo caminho a percorrer na busca dos culpados. Não podemos parar agora" - completou o deputado Mentor. O requerimento do presidente e do relator para a prorrogação da CPI por mais 180 dias será discutido e votado em reunião marcada para às 11 horas desta quinta-feira.

Aprovada pela maioria dos integrantes da comissão, como se espera, a prorrogação permitirá que a CPI funcione até abril do ano que vem ininterruptamente. Ou até 16 de junho, caso os trabalhos sejam interrompidos durante o recesso parlamentar do final de ano.

"Se o governo decidir convocar extraordinariamente o Congresso em dezembro e janeiro, a CPI não vai parar e seu prazo de funcionamento irá até abril. Seja como for, acho os 180 dias suficientes para a conclusão dos trabalhos" - explicou o presidente Antero Paes de Barros. (Assessoria de Imprensa do senador Antero Paes de Barros)

Revista Consultor Jurídico, 24 de setembro de 2003, 17h42

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