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Tecnologias de gestão

Criado o Instituto Nacional de Qualidade Judiciária

O Instituto Nacional de Qualidade Judiciária (INQJ) está sendo criado para auxiliar no aprimoramento e na modernização da Justiça brasileira. A constituição provisória da entidade foi efetivada no início deste mês em São Paulo. A reunião foi presidida pelo coordenador executivo do Comitê da Qualidade do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, desembargador federal Edgard Lippmann Júnior.

O estatuto do INQJ foi aprovado no encontro, estabelecendo como missão "a promoção contínua da gestão da qualidade dos serviços prestados ao cidadão por magistrados e servidores, buscando o reconhecimento, pela sociedade, da excelência da prestação jurisdicional no Brasil". A entidade concentrará sua atuação na área da tecnologia da gestão e do conhecimento. Entre os objetivos, está o de "promover a efetividade dos direitos estabelecidos pela modernização judiciária, levando à plenitude da cidadania e da democracia brasileira".

Outras metas são intensificar a busca da inovação e do desenvolvimento tecnológico na prestação de serviços e no atendimento ao cidadão e formular propostas de aplicação de modernas tecnologias de gestão nas instituições, realizando estudos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias, processos de consultoria, capacitação e desenvolvimento organizacional. Também se planeja formar uma rede de instrutores e consultores com alta capacitação técnico-administrativa, capazes de avaliar, reconhecer e premiar a excelência da gestão dos órgãos do Poder Judiciário.

Na reunião, formou-se a comissão provisória do INQJ. Para presidi-la, foi eleita a juíza federal Elizabeth Leão, de São Paulo, responsável por gerir o instituto até a realização da primeira assembléia geral. Também compõem o órgão o desembargador Lippmann; o juiz federal Élio Wanderley de Siqueira Filho, de Recife; a juíza Alda Maria de Pinho Couto, do Tribunal Regional do Trabalho do Pará; e os servidores Dácio Penna César Dias e Jamil Zamur Filho, da Justiça Federal de SP. (TRF4)

Revista Consultor Jurídico, 19 de setembro de 2003, 14h50

Comentários de leitores

2 comentários

É extraordinária a criação do INQJ, já que a so...

Luiz Carlos de Oliveira ()

É extraordinária a criação do INQJ, já que a sociedade, de modo geral sente a necessidade de maior agilidade da Justiça.Entretanto,gostaria depedir licença para fazer a seguinte observação: Considerando que a CF,no seu art.133, estatui que o advogado é necessário á administração da Justiça,salvo melhor juizo ou falta de oportunidade juridica, entendo que a OAB devesse tomar parte nesta brilhante iniciativa ,de criação do INQJ,contribuindo assim,para o aprimoramento e modernização da jJustiça.Penso que a experiência acumulada pela OAB, tende a contribuir para a construção das soluções necessárias ao aprimoramento da justiça ,tendo em vista que o advogado é parte interessada no propósito deste Instituto.

Em nome da Associação Nacional dos Procuradores...

Roberto Eduardo Giffoni ()

Em nome da Associação Nacional dos Procuradores Federais e do Colégio Nacional de Procuradores Federais, quero cumprimentar o Coordenador do Comitê de Qualidade do TRF da 4ª Região, Desemb. Federal Edgard Lippmann e a Juíza Federal Elizabeth Leão, e todos os demais membros da Magistratura Federal pela criação do Instituto Nacional da Qualidade Judiciária. Na condição de membros da Advocacia Pública Federal expressamos votos de pleno êxito em suas atividades, ao tempo em que nos colocamos à disposição para contribuir no aprimoramento das atividades jurisdicionais, no que tange a nossa participação no exercício da representação indireta da União junto a suas autarquias e fundações. Atenciosamente, Roberto Giffoni Presidente da ANPAF

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