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Violência repudiada

OAB paulista promove ato contra assassinato de advogado

A OAB paulista fará, no dia 19 de setembro, às 19 horas, na Casa do Advogado de São José do Rio Preto, "Ato público contra a violência". Os advogados estão conclamando a população de toda a região para demonstrar sua indignação frente ao brutal assassinato do advogado Francisco de Oliveira Ribeiro, ocorrido no dia 19 de agosto, em Icém. Ribeiro foi assassinado com 12 facadas no centro da cidade.

O crime teve como motivo uma causa no valor de R$ 300,00, que ele ganhou nos tribunais contra o assassino. Durante o crime, a filha do advogado também ficou gravemente ferida ao tentar defender o pai. "Por sua torpeza, este crime não pode ser esquecido, nem passar impune. A Advocacia está de luto e os moradores de Icém estão assustados com este crime bárbaro, o primeiro desse ano nessa pacata comunidade", ressalta Antonio Ivo Aidar, conselheiro estadual e diretor interino do Departamento de Cultura e Eventos da OAB-SP.

O Ato Público foi proposto por Ivo Aidar e aprovado por unanimidade pelo Conselho Pleno da OAB-SP. "Francisco morreu no exercício da profissão, o que atinge toda a Advocacia", ressalta Ivo. Segundo ele, a proposta do Ato surgiu a partir das providências solicitadas pelo presidente e do vice da Subsecção de São José do Rio Preto, respectivamente, Paulo Nimer e Flávio Marques Alves.

Para o presidente da subsecção da OAB de São José do Rio Preto, Paulo Nimer, o ato do dia 19 pretende, além de homenagear o colega assassinado, manifestar o total repúdio da sociedade à violência, que atinge também as pequenas cidades brasileiras. "Queremos unir todos os segmentos sociais em torno de uma única bandeira, a da paz". (OAB-SP)

Revista Consultor Jurídico, 8 de setembro de 2003, 11h03

Comentários de leitores

1 comentário

É barbaro saber que no cumprimento do dever leg...

José CarlosSouza Santos ()

É barbaro saber que no cumprimento do dever legal ou no exercício de sua atividades colegas tenham sofrer esse tipo de violência. Temos que nos unir para eviatr que esses atos se espalhem.

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