Dois anos após atentado, paz ainda está longe dos EUA.

22/09/2003 09:32Fernando Scha ()Gostaria de dizer a tantos quanto lerem esse te...
Gostaria de dizer a tantos quanto lerem esse texto, não sou antiamericano nem nada, apenas digo a verdade. Em primeiro lugar gostaria de dizer que os E.U.A ganharam a guerra mas perderam a paz. Pelo jeito todos os dias 11 de setembro serão lembrados em todos os países, e me pergunto: por que não tantas notícias assim do massacre dos E.U.A ao Japão na 2¹guerra mundial, e os países que sofrem embargo por não aceitarem sua sujeira??? Esse paisinho medíocre quer mostrar força por que e pra quem ??? Esse Bush está parecendo alguém que queria a supremacia da raça ariana (Hitller), mas não está medindo as consequências. Você saberia dizer o motivo de invasão ao Iraque??? Não me diga que é pela maneira Husseim governar seu país, para isso ONU poderia tentar uma solução sem morte, sem gastos. Mas é assim mesmo, eles mesmo inventaram a tal da ONU para agora não obedecê-la. Criam as regras e são os primeiros a quebrá-las. É uma petulância que não tem tamanho. Mas a vida é assim, quem pode mais chora menos.
13/09/2003 09:46Vanessa Tuzala do Amaral da Costa ()É incrível notar e constatar que a "grande potê...
É incrível notar e constatar que a "grande potência dos EUA" julga-se senhora da verdade... ditando regras, impondo a "verdade" que vem de encontro aos seus interesses políticos e econômicos, sem importar-se com a destruíção causada.
9/09/2003 17:47Hélio Contreiras ()Os atos de terror que atingiram o World Trade C...
Os atos de terror que atingiram o World Trade Center e o Pentágono dia 11 de setembro de 2001 tornaram o mundo mais inseguro. Acabou a ilusão dos que acreditavam que o fim da guerra fria tornaria possível a tão sonhada paz que não houve no século XX. Dois anos depois do 11 de setembro já assistimos a uma guerra que não teve a aprovação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, além de atentatos como o que causou a morte do embaixador Sérgio Vieira de Mello. Os planos para a segurança internacional aumentaram brutalmente o orçamento militar americano e o deficit fiscal. O Conselho de Segurança já decidiu se reunir, em Genebra, para analisar a situação do Iraque. Resta a expectativa de que o presidente Bush faça algumas concessões não ao terrorismo internacional, o que seria inadmissível, mas sim às nações que defendem soluções através do Conselho de Segurança. Para países como a França, Alemanha, Rússia, e até para sua aliada de primeira hora, a Inglaterra, e também para os Estados Unidos, é melhor que os americanos não fiquem isolados em uma batalha que não parece ter fim a curto prazo sem a participação (e comando) das Nações Unidas em uma Força de Paz no Iraque. Afinal, uma coisa foi a reconstrução da Europa e do Japão depois da segunda guerra mundial, e outra, totalmente diferente, é a reconstrução do Iraque, país sem tradição democrática.
9/09/2003 15:28Adriano Gambatto ()Primeiramente, não me tenham como anti-american...
Primeiramente, não me tenham como anti-americano. segundamente, considerem uma idéia original: a história como interdiscurso ( aquele dizer, ou aquela ideologia que fala através dos sujeitos posicionados num locus social, principalmente aquele de poder ). Os americanos, suas elites, portanto seus representantes, são sujeitos posicionados de modo a ter, no seu discurso, a fala da tradição histórica americana: desde a Doutrina Monroe, passando pelo escandaloso Corolário Polk ( com seu "big Stick" apontado para qualquer outra etnia) e terminando pela Doutrina Trumman, que com sua neurose criou, com a tensão da guerra fria, personagens como OO7, os detentores do poder americano vivem para alimentar um sentimento de ex-colônia que agora quer engolir o mundo. Bush chamou a Europa de alguma coisa do tipo "velha e enfraquecida".A história que fala pelos poderosos de Washington é aquela do poder estratégico, da infiltração internacional do olho americano em todos os cantos do mundo, vigiando um inimigo parte real ( o terrorismo ), parte imaginário. No cimema, não cansam de construir imagens de armagedons em que Nova York, Los Angeles e Washingon são tomados pelo fogo do mal, por um vírus mortal, e até por alienígenas. Talvez, na busca incansável de localizar o inimígo invisível, histórico, criem imimigos alienígenas. Estes, a procura da própria redenção, identificam em Tio Sam a besta a ser destruída. É a história americana uma luta de defesa e ataque. Ainda gritam o sonho americano da "américa para os americanos", e os postulados da guerra fria. Querem tomar conta do mundo, ideologicamente, por que não se sentem seguros, e sabem que o que ensina a história é que todas as potências, desde aquelas que se formaram no mundo antigo até aquelas que se fortificaram com o mercantilismo, tem início meio e fim. A belicosidade americana é indício de que o tempo está carcomedo sua hegemonia. A ecomonia vai mal mas os mísseis podem beber o petróle na latinha do vizinho. Mas que não se diga que eles não cumprem acordos internacionais: quando foi usado o telefone vermelho na época do fato em cuba em 1962, fez-se um acordo secreto que perdura até hoje. Quando na Doutrina Monroe se disse que os americanos não tinham interesse na Europa mas que consideravam ataque ao país qualquer tentativa de colonização por parte do velho continente ninguém falou em oriente ou américa latina. A neurose histórica americana põe o mundo em risco.há sempre um imimigo a ser destruído.
9/09/2003 14:13Anderson Antonio Henrich Moreira ()Passados dois anos daquela manha de 11 de setem...
Passados dois anos daquela manha de 11 de setembro, as imagens encontran-se mais realistas do que nunca, onde um governo não consegue apagar sua imagem arranhada e sim desgasta-la ainda mais. Com ameaças a outras nações os EUA tenta empor uma condição de policia do mundo, daí a explicação de tanta revolta de alguns povos e de temor da nação norte america.
9/09/2003 11:56Barbara Patricia Colombo de Fraga ()Comentário sobre 11 de setembro (Prof. Gonzaga ...
Comentário sobre 11 de setembro (Prof. Gonzaga – Consultor Jurídico) Os EUA jamais aceitarão o ataque de 11 de setembro, tanto que, com isso ficam arrumando pretextos para atacar outros países, não resta há menor dúvida de que os EUA atacaram o Iraque, justamente pelo interesse em seu petróleo, seria mais um país a ser dominado. Saddam Hussein, não sei, se está morto, melhor se estivesse, mas sinceramente não sei o que é pior para aquele povo sofrido, a ditadura de Saddam, ou dominação do EUA. Sabemos também, que os filhos de Saddam não eram de todo bons, mas aí quem prova alguma coisa, uns falam daqui outros dali, mas será que aquela gente não preferia isso? Não consigo nem imaginar líderes de outros países dentro de nossas casas nos impondo o que fazer. Mas uma coisa é certa, sabemos que muita gente inocente morreu e o pior vão continuar morrendo.
9/09/2003 11:11Alexandre santos da silva ()Alexandre Santos ( Vendas Klabin) 09/09/03 ...
Alexandre Santos ( Vendas Klabin) 09/09/03 O texto acima alerta a todo o planeta, que a paz está muito distante e que a força e o poder, fazem de pessoas inocentes, verdadeiros alvos humanos e que interpreto como a mais verdadeira covardia.
9/09/2003 08:33Florindo Leonir da Silva ()A ganância econômica e política ainda continua ...
A ganância econômica e política ainda continua imperando neste século, apesar de já ter se passado dois anos do atentado, a humanidade ainda não aprendeu que a guerra não leva a lugar nenhum. A disputa e a ânsia de se manter no poder é capaz de realizar qualquer coisa, desde matar seus próprios cidadãos até invadir um país sob o falso pretexto de liberdade. Infelizmente o povo americano, apesar de toda uma tradição, deixa-se manipular levianamente pelos seus líderes. Obviamente que o atentado deixou dúvidas quanto a quem realmente o projetou e executou, porém da forma como foi apresentado pela ao mundo pela "grande mídia" obteve um êxito enorme, pois feriu diretamente o orgulho de um povo, os símbolos pátrios, trouxe a tona uma nacionalidade que chega a ser doentia, a ponto de permitir uma verdadeira devassa da humanidade, sob o pretexto de auto proteção. Infelizmente a humanidade não se dá conta de que "experiência não é o que aconteceu e sim o que se aprende com o acontecido". Se tivessem aprendido a lição, hoje estaríamos colhendo os frutos da Paz.
8/09/2003 17:29Valdacyr Rosa Duarte ()Valdacyr Rosa Duarte - Estudante de Direito - U...
Valdacyr Rosa Duarte - Estudante de Direito - ULBRA - Gravataí. Li o texto, acho que está muito bem explicitado, que não há potência que não corra perigo de atentados como o que vimos em 11 de setembro de 2001. Isto, deixa bem claro que não adianta as potências se armarem, o que devem sim fazer é democratizar as riquezas, tornando as nações mais igualitárias, e sem ódios, como estamos assistindo nos dias atuais.
8/09/2003 16:24Miguel Quevedo Lemos (Funcionário público)Miguel Quevedo Lemos, estudante de Direito, Ulb...
Miguel Quevedo Lemos, estudante de Direito, Ulbra Gravataí-RS. Independentemente de um outro ataque, o que não pode continuar é esta matança desenfreada de pessoas inocentes, o mundo precisa é de um pouco de paz.

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