Policiais são absolvidos de acusação de chacina no Rio

22/11/2008 03:18Borjão (Estudante de Direito)Assistam: http://br.youtube.com/watch?v=njESqa6...
Assistam: http://br.youtube.com/watch?v=njESqa6H7Ko
21/11/2008 10:53Borjão (Estudante de Direito)http://odia.terra.com.br/blog/blogdaseguranca/2...
http://odia.terra.com.br/blog/blogdaseguranca/200808archive001.asp Vigário Geral: tragédias por todos os lados Por Gustavo de Almeida Nesta sexta-feira, completaram-se 15 anos da triste chacina de Vigário Geral, quando 21 inocentes foram assassinados da forma mais insana possível, em uma vingança sangrenta que tomou conta do noticiário internacional. A Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio, lembrou a data, mas já é possível perceber que aos poucos a cidade vai deixando as trágicas lembranças da chacina para trás. Os atos vão sendo esvaziados. O noticiário na TV vai ficando mais ralo, e até mesmo os nomes de mortos e matadores vão sendo menos escritos. Até mesmo um dos matadores foi morto em maio, sem que se fizesse muito alarde disto. Vigário Geral e o Rio de Janeiro se refletem em um espelho, quando somam impunidade e injustiça. Uma das parentes de vítima teve a indenização negada no fim do ano passado pela Justiça, sem maiores explicações. É obrigação do Estado recorrer, como manda a lei. Mas surpreendeu que em última instância a vítima tenha perdido. É inexplicável. Trata-se de uma senhora que até hoje vive em Vigário, sem maiores perspectivas. Não sabe nem que a vida lhe foi injusta. Já não sabe o que é vida. Poucos sabem, mas há um PM no caso de Vigário Geral que acabou se tornando vitima. Trata-se de Sérgio Cerqueira Borges, conhecido como Borjão. Borjão foi um dos presos que em 1995 já eram vistos como inocentes, colocados no meio apenas por ser do 9º´BPM. A inocência de Borjão no caso era tão patente que ele inclusive foi o depositário de um equipamento de escuta pelo qual o Ministério Público pôde esclarecer diversos pontos em dúvida. Borjão foi expulso da PM antes mesmo de ser julgado pela chacina...
3/09/2003 17:40Antonio Fernandes Neto (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Somente os necios e os mal intencionados descon...
Somente os necios e os mal intencionados desconhecem os procedimentos judiciais. Pior, desconhecem as próprias leis do País. Por ignorância, ou levados a tal, por este ou aquele motivo, simplesmente despejam seu inconformismo sobre os Juízes. A sentença criminal de Primeira Instância, no Júri, não pode ser contrária ao decidido pelo Corpo de Jurados. No caso em tela, a decisão dos Jurados (portanto, da sociedade), por certo, levou em consideração a tese mais consentânea com o que dos autos constam, e a sentença absolutória foi apenas o corolário do entendimento expendido pelos integrantes do Juri. O julgamento em contrario às provas dos autos é que seria um absurdo jurídico. Ora, não é o Juíz que decide se um réu acusado de crime de morte é ou não culpado. É a sociedade que decide, através do Corpo de Jurados, cujos membros são sorteados para integrarem-no. Fazem parte do Juri, pessoas selecionadas dentro de um rol onde somente constam aquelas de ilibada reputação, dentre as quais são escolhidas, por sorteio, antes do julgamento, as sete que atuarão como juízes. O juiz togado, preside o julgamento, porém, não tem voto. Conduz ele o julgamento e acata a decisão, seja ela qual for, dos jurados, entenda ele estar correta ou nao essa decisão. Os Desembargadores revêem, em certas circunstâncias, a decisão dos Jurados (membros da sociedade). Não havendo motivos legais para reparos, não resta ao Tribunal outra alternativa que não a confirmação da sentença que é, como disse, o corolário do decidido pela sociedade. Se a Justiça foi feita, viva a Justiça. Antonio Fernandes Neto
3/09/2003 12:14Dalmiram ()Isto realmente é um absordo. Só nos mostra que ...
Isto realmente é um absordo. Só nos mostra que a corrupção rola solta em todos os setores e regiões deste país e do mundo também. E o pior é que já esta mais que provado este ato de pura crueldade para com os sentimentos morais e éticos da sociedade brasileira, justamente cometidos por aqueles que devem nos proteger. Isto é de extrema repugnância para com os familiares das vítimas e para com a sociedade em geral. Espero que estes juízes e os responsáveis por esta vergonha nacional consigam dormir e ver seus filhos crescerem, pois, com certeza, ficarão devendo favores para estes MARGINAIS, LADRÕES, CRIMINOSOS, CARNICEIROS (e outros adjetivos que não convêem ser relatados) para o resto de suas vidas, pois quem entra para o mundo da bandidagem ou "apoiam", sabem que o fim é a fuga ou a morte. Esta última é o que "eles" ainda não perceberam!!!

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