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Regime fechado

Morte de policial militar gera condenação no Rio Grande do Sul

O juiz Orlando Faccini Neto, da Comarca de Jaguarão (RS), condenou Diego Echeberri Botelho a reclusão em regime integralmente fechado. O crime, que resultou no assassinato do policial militar João Carlos Noda Gonçalves, no dia 30 de maio de 2003, foi considerado hediondo pelo juiz.

Faccini Neto lembrou que o delito foi praticado em companhia de um adolescente de 14 anos de idade, "sobre o qual, por certo, houve de exercer certa influência".

De acordo com os autos, o condenado e o adolescente pediam carona na BR-116, km 647, na localidade de Juncal. Previamente acertados, pediram ao motorista que parassem o carro ao chegarem na cidade de Jaguarão, quando passaram uma corda em vota do pescoço da vítima e desferiram cinco facadas.

Foram furtados o automóvel Kadett, um revólver calibre 38, um telefone celular e uma carteira contendo cerca de R$ 400,00. Depois, os dois seguiram em direção a Arroio Grande, quando o carro capotou. Eles se esconderam em um matagal e, no dia seguinte, tomaram um ônibus. Nesse dia, foram presos e confessaram o crime.

A pena pecuniária foi fixada em 20 dias-multa, na base de um trigésimo do salário mínimo para cada dia, em decorrência da situação econômica do réu. Por tratar-se de crime hediondo, lhe é vedado aguardar recurso em liberdade. (TJ-RS)

Revista Consultor Jurídico, 1 de setembro de 2003, 11h03

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