Cliente barrado em porta giratória deve ser indenizado

18/11/2003 23:26Claiton Tadeu Bulhões Junior ()Mesmo meus conhecimentos sendo poucos, acredito...
Mesmo meus conhecimentos sendo poucos, acredito que a decisão foi de certa forma correta já que o constrangimento de uma pessoa é grande quando o simples sinal toca por uma vez, pior é ter ficado por 20 minutos sofrendo desta agressão moral sem ser realmente culpado. Embora seja realmente importante a proteção dos bancos é necessário tambem avaliar o melhor atendimento dos seus usuarios. Desta forma acho a decisão valida sim para poder controlar o abuso de funcionarios ineficientes.
13/11/2003 17:25Renata Sari Carvalho ()Concordo com os colegas e lembro aqui que a emp...
Concordo com os colegas e lembro aqui que a empresa responde pelos atos de seus prepostos. A falta de destreza, de habilidade dos funcionários acaba causando diversos transtornos aos clientes. Muitas vezes já observei situações deste tipo e há portas que não são travadas pelo acionamento do receptor de metais, mas pelo próprio segurança, que decide, pela "cara do cliente" se trava ou não a porta giratória. Parabéns Ministro, pela sábia decisão !
9/11/2003 19:30Maurício Cantão ()A manifestação do relator foi clara e precisa s...
A manifestação do relator foi clara e precisa sobre o caso. O mero "travar" da porta gera dissabor não indenizável, todavia, os desdobramentos da ocorrência, especialmente in casu, extrapolaram em muito o limite do razoável causando vergonha, dor e humilhação no cliente. Justa a sentença e sua confirmação pelo juízo de 2º grau. Frise-se, sempre, que há de se levar em conta as particularidades de cada caso para um justo julgamento. Maurício Cantão
8/11/2003 18:18Maria Ruth de Paula Arriquiello ()Acredito que o intuito principal do banco é ser...
Acredito que o intuito principal do banco é ser protegido de alguma forma, contra possível "ataque", mas quando a chamada revista se torna ,incoerente com o senso crítico, o objetivo se perde e ficamos à mercê do funcionário do banco , que nem sempre sabe dosar o limite de sua ação.

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