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Perigo no ES

Corregedora pede segurança para juízes do Espírito Santo

Do total de 16 testemunhas de um processo sobre o crime organizado no Espírito Santo, 13 foram assassinadas. A afirmação é da juíza federal Maria Helena Cisne Cid, corregedora-geral do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. "Em Vitória, o crime organizado está infiltrado em todas as instituições", disse ela.

Durante a Reunião do Fórum Permanente dos corregedores-gerais da Justiça Federal, a corregedora pediu ao coordenador-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários, Cesar Asfor Rocha, que visite o ES para apresentar seu apoio aos juízes do Estado. O ministro está agendando o encontro para a próxima semana.

"Virou moda matar juiz. Não podemos esperar que mais juízes morram para depois apenas dizer que foi uma pena", disse a corregedora em relação ao assassinato do juiz Alexandre Martins de Castro Filho. "Os juízes precisam saber que possuem respaldo. A visita do ministro será muito importante", acrescentou.

A corregedora informou ainda que, nesta semana, criminosos ameaçaram explodir o Fórum Criminal do Rio de Janeiro caso houvesse audiência.

Durante a reunião do Fórum Permanente, foram avaliadas as propostas referentes à instauração de processo administrativo disciplinar nos tribunais, com a discussão de uniformização de regimentos internos e a atuação em sindicâncias. A padronização de alvarás e o levantamento dos depósitos judiciais na Justiça Federal também foram abordados. (STJ)

Revista Consultor Jurídico, 28 de março de 2003.

Revista Consultor Jurídico, 28 de março de 2003, 20h17

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