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Hall da fama

...

Mas, veja-se o retrospecto.

Em 1.999, o jornalista Percival de Souza publicou livro intitulado "O crime da Rua Cuba" - obra que até abril de 2002 já se encontrava na sua 13ª edição, vendidos cerca de 30.000 exemplares - o qual mereceu os comentários adiante descritos:

"O crime da Rua Cuba - Percival de Souza - O jornalista Percival de Souza organiza fatos e hipóteses sobre o intrigante assassinato do casal Bouchabki, ocorrido em sua própria casa, na madrugada de 24 de dezembro de 1988. Uma reportagem minuciosa que amplia a discussão de um dos mais controvertidos crimes dos dias de hoje. Temas para atividades:

. o trabalho da polícia; a perícia criminal;

. os trâmites de um processo na Justiça e a manipulação das informações;

. a relação entre pais e filhos, o conflito de gerações e a violência...".

No site "Universo on line", no link "Resenhas", Marçal Aquino faz os seguintes comentários:

"Muito mais que a simples história de um crime"

"... O crime da rua Cuba - as mortes do advogado Jorge Toufic Bouchabki e de sua mulher, a professora Maria Cecília Delmanto Bouchabki, na véspera do Natal de 1988 -, mais do que mobilizar a polícia, a imprensa e o público, acabou por se transformar em uma verdadeira novela policial, com todos os ingredientes que o gênero exige. Afinal, decorrido quase um ano, o caso parece, ainda longe de ser elucidado completamente, permanecendo como um mistério encoberto por sombras intrincadas e confusas. E o fato de a arma que provocou a morte do casal não ter sido encontrada até hoje é apenas mais um dos detalhes enigmáticos do crime. Assim, era de se esperar que alguém se propusesse a contar essa .história em livro. E é isso que faz o jornalista e escritor Percival de Souza em O crime da rua Cuba...".

No site "Internet Grátis", no link "Último Segundo" publicou-se:

"Conheça outros casos de filhos acusados de assassinar os pais.

09/11/02

SÃO PAULO - Crimes como o da adolescente Suzane - Louise von Richthofen, que é acusada de ter participado do assassinato dos próprios pais, relembram casos conhecidos, como o assassinato da rua Cuba, ocorrido em dezembro de 1988 e até hoje - sem solução. A morte de um casal em uma casa da Rua Cuba, 109, no Jardim Paulista, chocou às vésperas do Natal de 1988. A suspeita da morte do advogado Jorge Toufic Bouchabki e da professora Maria Cecília Delmanto Bouchabki recaiu sobre o filho mais velho do casal Delmanto Bouchabki, o Jorginho, de apenas 18 anos. De acordo com o depoimento da ex-empregada do casal, o filho teria discutido com a mãe um dia antes do assassinato por causa da namorada Flávia Cardoso Soares, que tinha 16 anos. Maria Cecília era contra o relacionamento. Não foram encontradas provas contra Jorginho e o crime prescreveu em 1999....".

No site "Sinpro", no link "Extra Classe", publicou-se:

"Comportamento - Gilson Camargo: "... Assassinatos em família sempre fora um prato cheio para a psiquiatria - e para os meios de comunicação... Dezembro de 1988 - O estudante Jorge Delmanto Bouchabki, 19, é apontado como suspeito do assassinato dos pais, o advogado Jorge Toufic Bouchabki e a professora Márcia Cecília Bouchabki. Os corpos são encontrados na véspera de Natal, no sobrado 109 da rua Cuba, bairros nobre de São Paulo. O crime da rua Cuba nunca foi solucionado. Jorge chegou a ser acusado duas vezes pelo Ministério Público, mas a Justiça decide pelo arquivamento do processo por falta de provas contra o estudante....".

No site "Espaço Virtual", no link "As mais novas", publicou-se:

"... Outros casos brasileiros de filhos que mataram os pais

(11.11.2002)

A morte de um casal em uma casa da Rua Cuba, 109, no Jardim Paulista, chocou o País, às vésperas do Natal de 1988. A suspeita da morte do advogado Jorge Toufic Bouchabki e da professora Maria Cecília Delmanto Bouchabki recaiu sobre o filho mais velho do casal, J.D.B., de apenas 18 anos. De acordo com o depoimento de uma ex-empregada do casal, o filho teria discutido com a mãe um dia antes do assassinato por causa da namorada, que tinha 16 anos. Maria Cecília era contra o relacionamento. Não foram encontradas provas contra o suspeito e o crime prescreveu em 1999...".

No site "Terra", no link "cinema/notícias", publicou-se:

"Condenado à Liberdade lembra crime da Rua Cuba"

Condenado à Liberdade, quarto longa-metragem do diretor Emiliano Ribeiro, estréia nesta sexta-feira em 20 cidades brasileiras e traz referências de tramas policiais famosas, como o "crime da Rua Cuba". O diretor aproveita como base a história de um rapaz bem-apessoado de São Paulo que se torna o único suspeito do assassinato dos pais em uma residência de alto padrão na Rua Cuba e inclui discussões como o assassinato de índios por madeireiras, jogos de poder na polícia e no governo, além do envolvimento da imprensa nesses casos...".

Revista Consultor Jurídico, 18 de março de 2003, 12h55

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