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PIS não-cumulativo

Pesquisa: PIS não-cumulativo aumenta arrecadação do governo.

O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) constatou na prática que cerca de 67% das empresas tiveram ou terão aumento do custo tributário do Programa de Integração Social (PIS). O estudo foi feito com base no recolhimento referente a dezembro e que se deu em janeiro de 2003.

"Os setores beneficiados pela mudança estão resumidos à indústria, parte do comércio atacadista e ao setor de exportação, enquanto que os setores mais prejudicados pela nova sistemática concentram-se no comércio varejista e prestadores de serviços", afirma Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT.

A conclusão está fundamentada nos dados divulgados recentemente pela Receita Federal que mostram uma arrecadação do PIS em janeiro de 2003 (base dezembro de 2002) de R$ 1,63 bilhão, representando um aumento de 34,02% da arrecadação em relação ao montante de dezembro de 2002 (R$ 1,21 bilhão) e 54.20% em relação ao montante arrecadado em janeiro de 2002 (R$ 1,06 bilhão).

A mudança na sistemática do PIS veio em benefício da arrecadação federal e em prejuízo de grande parte das empresas. Este é um dos assuntos que serão tratados no "Seminário Nacional de Excelência na Gestão Tributária - 3ª Edição - Reduzindo Legalmente a Carga Tributária Empresarial", dias 13 e 14 de março, em Curitiba

O seminário terá como palestrantes, Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT e Humberto Bonavides Borges, que é professor do Programa de Educação Continuada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo - FGV.

Por meio da MP 66/02 convertida na lei 10637/02 houve a mudança da sistemática de cálculo e recolhimento do PIS. Segundo estudos realizados pelo IBPT, ainda antes da entrada em vigor desta norma, a maior parte dos setores da economia teriam acréscimo de custo efetivo do PIS, principalmente pelo fato de haver restrição na utilização dos créditos.

Revista Consultor Jurídico, 6 de março de 2003.

Revista Consultor Jurídico, 6 de março de 2003, 12h09

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