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Queixa-crime

PGR quer que Cristovam Buarque explique declarações sobre o PMDB

O ministro da Educação, Cristovam Buarque, se quiser, deverá responder as acusações feitas pelo PMDB, seccional do Distrito Federal, na queixa-crime ajuizada perante a 5ª Vara Criminal de Brasília. O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, requereu a notificação do ministro da Educação.

Brindeiro pediu, ainda, que após a notificação seja dada nova vista do processo à Procuradoria-Geral da República, para que possa se pronunciar. O PMDB afirma que Cristovam Buarque, durante a campanha eleitoral de 2002, quando disputava uma vaga ao Senado, teria cometido os crimes de injúria, calúnia e difamação.

Segundo o partido, o atual ministro da Educação, em entrevista concedida ao jornal "Correio Braziliense", em 24 de fevereiro de 2002, teria atacado instituições e autoridades públicas constituídas, bem como os filiados do PMDB-DF, "demonstrando, o entrevistado, total afronta à dignidade histórica de luta e de conquistas dos peemedebistas". O relator do caso é o ministro Nelson Jobim.

INQ 1.928

Revista Consultor Jurídico, 29 de maio de 2003, 17h59

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