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Sem acordo

Juízes do Acre resolvem manter greve que já dura 19 dias

A falta de um acordo entre juízes e o governo do Acre manteve a greve da classe, que completa hoje 19 dias. A categoria, que pleiteia reajuste salarial de 45%, não aceitou a proposta de 22% oferecida pelo governador Jorge Viana.

A presidente da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), juíza Maria Cezarinete, justificou a manutenção da greve: 'Essa é a mesma proposta que nos foi apresentada no ano passado e que não foi cumprida, por isso ficou quebrada a relação de confiança, pois não temos garantia de que agora ela será cumprida'.

Enquanto os juízes mantêm-se de braços cruzados, o que já impediu a realização de mais de duas mil audiências em 19 dias de greve, os servidores do Poder Judiciário reúnem-se hoje com o presidente do TJ-AC, desembargador Ciro Facundo para obter resposta sobre seu pedido de reajuste de 19,62% para repor as perdas salariais do último ano.

Na prática, os juízes querem que o salário bruto dos juízes substitutos salte de R$ 7,7 mil para R$ 12,8 mil, dos juízes de entrância especial para R$ 17 mil e o dos desembargadores, para R$ 20 mil. Nesta sexta-feira, os servidores do Judiciário realizam uma assembléia para decidir se entram em greve.

Fonte: JB Online

Revista Consultor Jurídico, 29 de maio de 2003, 14h11

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