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Problema adiado

Metroviários aceitam não fazer greve até julgamento de dissídio

Representantes do Metrô e do Sindicato dos Metroviários não chegaram a um acordo durante audiência de conciliação feita nesta segunda-feira (26/5) no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

Os metroviários aceitaram a proposta do TRT de não deflagarem greve antes do julgamento do dissídio de greve pelo Tribunal, nesta quinta-feira (29/5), às 12h30.

O TRT determinou ainda um prazo de 24 horas para que o Metrô e os metroviários se manifestem sobre as alegações feitas, tanto pela empresa quanto pelos trabalhadores, durante a audiência.

O juiz instrutor da audiência, João Carlos de Araújo, vice-presidente judicial do TRT paulista, apresentou uma proposta para solução do dissídio, que mantém as cláusulas sociais contidas no dissídio de 2002 e reajuste salarial de 18,13%, do IVC do Dieese, sobre os salários de abril de 2003.

A proposta do Tribunal também determina a aplicação e registro na Delegacia Regional do Trabalho do Plano de Carreira do Metrô, pagamento das horas extras em 100% e estabilidade de 90 dias por se tratar de dissídio de data-base da categoria. (TRT-SP)

Revista Consultor Jurídico, 26 de maio de 2003, 17h10

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