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Odiosa violência

Ministro do STJ agredido em assalto não tem previsão de alta

Continua internado no Hospital Copa D'Or o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, refazendo-se de agressão sofrida na noite da última sexta-feira, em sua casa, localizada em Copacabana, bairro da zona sul do Rio de Janeiro.

Ao contrário do que foi divulgado ontem pela assessoria do hospital, que previa alta para o ministro em 24 horas, o boletim de hoje diz que não há previsão de alta. Fux sofreu várias coronhadas, principalmente na região da cabeça, dadas por assaltantes que invadiram seu apartamento, e que o levaram a realizar uma pequena cirurgia para sutura no ouvido esquerdo.

Agressão covarde

O Presidente do STJ, ministro Nilson Naves, lamentou profundamente a agressão de que foi vítima o ministro Luiz Fux. "Esse é mais um ato da odiosa violência que tem assolado a cidade do Rio de Janeiro. Há muito venho pedindo a união de esforços de todas as autoridades para que, juntos, encontremos fórmula que devolva à sociedade carioca a segurança que ela exige e as leis lhe garantem. O ato covarde cometido contra o ministro e a sua família não tem qualquer relação com os ataques que vêm sendo desferidos contra magistrados. Tratou-se de mais um roubo como tantos que vêm tirando a tranqüilidade e a paciência, a vida e o patrimônio da população", afirmou Nilson Naves.

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, também lamentou a agressão sofrida pelo ministro. "É profundamente lamentável que um episódio como este, de um assalto à mão armada, tenha resultado na agressão covarde e deplorável contra o ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça. Isso mostra como é difícil a luta contra a violência e o crime nas nossas cidades. Mas também reforça a certeza de que não podemos e não vamos perder essa guerra. O governo federal não vai fugir às suas responsabilidades no combate ao crime organizado e na implementação do seu plano nacional de segurança pública", disse Thomaz Bastos.

Fonte: Agência Brasil.

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Revista Consultor Jurídico, 25 de maio de 2003, 11h37

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