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Adesão maçiça

Gofredo da Silva Telles Júnior é patrono do Movimento Antiterror

O Movimento Antiterror está ganhando corpo. Já tem até patrono: o professor da USP, Gofredo da Silva Telles Júnior, que procurou a coordenação do grupo para manifestar seu apoio à causa. A sugestão do nome de Telles para patrono foi do advogado Eduardo Carnelós.

A Associação dos Advogados de São Paulo (Aasp), que reúne quase 74 mil profissionais, também aderiu o movimento. "Em momentos de crise, cumpre respeitar os direitos individuais, refreando-se os ímpetos de vingança oficial, para atacar o que realmente importa. Importa aparelhar e motivar as polícias, livrando-as daqueles que não merecem a insígnia. Importa minar o tráfico de drogas e o contrabando de armas. Importa aprimorar os controles à lavagem de dinheiro. Importa rever as estruturas prisionais", afirmou o presidente da Aasp, Aloísio Lacerda Medeiros.

De acordo com um dos coordenadores do grupo, o advogado Luís Guilherme Vieira (RJ), haverá uma reunião na USP, na próxima terça-feira (20/5), às 19h, para a leitura da Carta de Princípios do Movimento Antiterror.

"O ato, que antecede a Semana da Segurança Pública do Congresso Nacional, visa esclarecer a sociedade civil para os nefastos riscos dos anteprojetos de Terror e Pânico", afirmou Vieira.

Estarão presentes Godofredo da Silva Telles Júnior, René Ariel Dotti, Arnaldo Malheiros Filho, Miguel Reale Júnior, José Carlos Dias, Luís Guilherme Vieira, Sônia Ráo, Luís Francisco de Carvalho Filho, Dora Cavalcanti, Luiz Fernando Pacheco, Paulo Rangel, entre outros.

Durante o evento também será exibido o documentário "O prisioneiro da grade de ferro (auto-retratos)", de Paulo Sacramento, que retrata a vida dentro da Casa de Detenção Carandiru e foi vencedor do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade.

A organização da reunião é do Centro Acadêmico XI de Agosto e do Centro Acadêmico da PUC-SP.

Revista Consultor Jurídico, 15 de maio de 2003, 17h39

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