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William Sozza

William Sozza é absolvido da acusação de falsificar documentos

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O empresário William Sozza, denunciado pela CPI do Narcotráfico como um dos chefes de uma quadrilha que agia principalmente em São Paulo e no Maranhão, foi absolvido da acusação de falsificação de documentos públicos. A sentença foi dada pelo juiz designado José Pedro Geraldo Nóbrega Curitiba, da 4ª Vara Criminal de Campinas.

Sozza foi acusado pelo Ministério Público de ter feito "espelhos" de documentos como RGs, por exemplo. As alegadas falsificações teriam sido encontradas no apartamento do empresário, pelo dono da imobiliária que alugava o imóvel.

De acordo com o advogado de Sozza, Herberto Aparecido Guimarães, "não há provas de que esses documentos pertenceriam a ele, nem que foram encontrados no apartamento".

O promotor de Campinas, Fernando Viana, afirmou que o MP vai recorrer da sentença.

Processo nº 933/2000

Outros processos

Sozza foi condenado, pela 3ª Vara Criminal de Campinas, por receptação de carga, falsificação de notas e formação de quadrilha. O advogado do empresário afirma que vai recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

Num julgamento que durou quase dez horas, em junho de 2002, o empresário também foi condenado por envolvimento no assassinato do delegado da Polícia Civil do Maranhão, Stênio Mendonça. A pena fixada pelo Tribunal do Júri foi de nove anos. A defesa já recorreu ao Superior Tribunal de Justiça.

Laura Diniz é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 12 de maio de 2003, 17h38

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