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Sem proteção

Muitas empresas não registram marcas e patentes, afirma empresa.

Apesar da crescente competitividade entre as empresas, muitas delas não tomam providências para resguardar legalmente seus novos produtos em relação à marca e patentes. Dados recentes apontam que no estado de São Paulo, 33% das empresas fazem pouco ou nenhum uso do registro de marcas. Em patentes, segundo o levantamento, a situação é mais dramática: em 71% das empresas o grau de utilização é baixo ou nenhum.

A constatação é da empresa Cruzeiro/Newmarc, a partir de números do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). De acordo com a Cruzeiro/Newmarc, apesar de o número de registros de marcas e patentes ter crescido nos últimos anos, ainda é muito pequeno o número de empresas que usam os serviços de propriedade intelectual.

No caso de lançamento de novos produtos ou serviços, por exemplo, 55% das empresas sondadas pelo Instituto ainda não adotam práticas eficazes para proteção de suas marcas. Desse total, 16,4% lançam o produto e depois pedem o registro de marca.

De acordo com a Cruzeiro/Newmarc, empresa de propriedade intelectual que comemora, em 2003, 70 anos de fundação, a pesquisa e o desenvolvimento de produtos, processos ou serviços envolvem, geralmente, grandes investimentos e patentear e registrar a marca significa garantir o retorno desses investimentos.

A discussão sobre a necessidade de as empresas resguardar legalmente seus produtos estará em pauta, inclusive, na comemoração do aniversário da empresa, nesta sexta-feira (9/5), às 19h, na Casa Rhodia.

Revista Consultor Jurídico, 8 de maio de 2003, 20h31

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