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Se não houver acordo com metroviários, TST julgará pedido do Metrô.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Francisco Fausto, despachará até a próxima terça-feira (1º/7) o pedido de efeito suspensivo ajuizado pela diretoria da Companhia do Metropolitano (Metrô), caso a empresa e os metroviários não cheguem a um acordo.

No pedido, a empresa contesta a decisão proferida em maio de 2003 pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (2ª Região), em que ficou determinado um reajuste salarial de 18,13% para os metroviários. No despacho, o presidente do TST manterá ou suspenderá a decisão proferida pelo TRT-SP.

Em audiência feita terça-feira (24/6) entre a diretoria do

Metrô-SP e representantes do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, ficou acordado que o Metrô entraria em contato com o TST até às 11h de quarta-feira para informar se aceitaria a proposta de incluir no acordo três cláusulas negociadas durante a reunião (pagamento do adicional de risco de vida, horas extras e aviso prévio proporcional).

De acordo com o TST, até às 18h30 -- horário em que a empresa teria feito último contato com Fausto -- a diretoria do Metrô ainda não havia conseguido uma reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. (TST)

Revista Consultor Jurídico, 25 de junho de 2003, 22h09

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