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Lavagem de dinheiro

Especialista analisa medidas do governo contra lavagem de dinheiro

O advogado Roberto Luz Portella, um dos sócios do escritório Demarest e Almeida, afirma que as medidas adotadas pelo governo contra a lavagem de dinheiro só serão possíveis se houver plena cooperação de todas as partes envolvidas, inclusive instituições financeiras, Banco Central, Ministério Justiça e do novo Departamento de Recuperação de Recursos de Ativos Ilícitos, que teve sua criação anunciada nesta quarta-feira (11/6) pelo ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.

"O novo departamento só terá eficácia se não existirem barreiras burocráticas ou até mesmo legais. Além disso, é necessário que haja plena cooperação entre as partes envolvidas", afirma Portella, acrescentando que o papel dos bancos será muito importante para que o processo de rastreamento tenha sucesso.

Para Portella, a eficiência na recuperação dos recursos ilícitos pode partir da própria idéia do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que propôs a criação do cadastro único das contas correntes. "Com essa medida, o BC poderá saber se há ligações entre movimentações suspeitas e reuni-las em um cadastro geral e único, que facilitará as operações de rastreamento", finaliza o especialista. (Linhas&Laudas Comunicação)

Revista Consultor Jurídico, 11 de junho de 2003, 18h40

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